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sexta-feira, 30 de março de 2012

A Arte de aconselhamento das Bruxas e dos Magos




Pêndulo   

Os pêndulos apareceram inicialmente na Roma Antiga como um instrumento para determinar o resultado das guerras. É um instrumento radiestésico que tem como finalidade fazer com que certas vibrações universais sejam recebidas pelo inconsciente de quem o está manipulando.

Fisicamente, o pêndulo é um peso na ponta de um fio ou cabo flexível e resistente, podendo ser encontrado em diversos materias (madeira, cristal, pedra, metal etc.). Também pode ter várias formas.
O uso do pêndulo é bastante simples, pois ele responde basicamente “sim” e “não”. A complexidade de suas respostas depende apenas da pergunta feita pelo operador.
Você pode comprar ou fazer o seu pêndulo. Pêndulos de diversas formas e materiais são encontrados aos montes em qualquer loja esotérica. Escolha o que mais lhe agradar; acredite na teoria de que os instrumentos é que escolhem a gente, e não o contrário.
No entanto, você pode fazer o seu próprio pêndulo, o que vai agregar mais energia sua a ele do que a um comprado, mas isso é muito relativo. Muitas vezes achamos um que seja exatamente como queríamos em uma loja, e será especial de qualquer forma.
Métodos de limpeza do pêndulo
Ao adquirir qualquer instrumento mágico, a primeira coisa a se fazer é limpá-lo não só fisicamente, como também energeticamente. Com o pêndulo não é diferente. Isso porque o pêndulo passou por diversas mãos até chegar em você, e entrou em contato com muitas energias diferentes. Limpando-o, você apagará essa confusão de energias e ele estará pronto para ser consagrado como seu.
Uma seqüência de limpeza para o seu pêndulo:
Água: Em primeiro lugar, limpe o seu pêndulo fisicamente, usando sabão líquido e água. Enxagüe-o em água corrente (pode ser a de qualquer torneira – nesses tempos tão civilizados, infelizmente para alguns é a única maneira), visualizando toda a sujeira (física e energética) indo, literalmente, por água abaixo.
Descanso: Coloque o seu pêndulo em um recipiente com água e sal, descansando durante um dia inteiro e uma noite inteira, tomando banho de sol e de lua. Você pode deixá-lo no seu quintal ou na janela do seu quarto. É importante ver de que material é o seu pêndulo antes de realizar esta etapa. Se ele for de metal, provavelmente enferrujará ao colocá-lo na água por tanto tempo; prefira deixar o recipiente vazio. Se for de madeira, é aconselhável enterrá-lo na terra, de preferência uma terra fértil, com plantas.
Finalização: Após realizar essas etapas anteriores, lave novamente o pêndulo como na primeira vez, sabendo desta vez que ele já está limpo e pronto para ser consagrado e utilizado por você somente.
Ao limpar seu pêndulo, é importante que você esteja concentrada no que está fazendo, senão não surtirá nenhum efeito.


Runa (etimologia)

Da mesma forma que foi associada à palavra gótica runa, acredita-se que a palavra “runa” derive da palavra alemã rauneu, que pode significar “cortar ou entalhar”, e da antiga palavra nórdica run, que quer dizer “segredo”.
Na Antigüidade, as runas eram cortadas ou entalhadas em pedra, madeira ou osso. Elas são miticamente associadas ao deus nórdico Odin, que diz ter recebido a sabedoria das runas ao ficar pendurado na Yggdrasill, ou “Árvore da Vida”, por nove dias ou noites.

De acordo com a lenda, as 24 runas (conhecidas como as Mais Antigas e Futhark Comum) foram reveladas a Odin. Mais tarde, ele escreveu a Eda Poética, em 39 poemas e cantos, que se tornaram a fonte dos sistemas rúnicos:
Penduraram-me sem pão,
Nem chifre para beber,
Para baixo olhei,
As Runas peguei,
Gritando as agarrei,
E de lá caí.
Os caracteres fonéticos FUTHAR e K eram usados nos antigos escritos rúnicos de cantos e poemas orais. Atualmente, grande parte das pessoas que utilizam as runas trabalham com uma série de 24, divididas em três grupos ou famílias de oito runas conhecidas como aettir.
Cada família de oito pode ser associada a oito direções no horizonte, festejos sazonais, e a vários ciclos de tempo e estrelas. Elas indicam a direção, o lugar e a família. A ordem mágica das letras é determinada.
As 24 runas germânicas, conhecidas como “Futhark”, foram extraídas dos símbolos das seis primeiras runas.
O primeiro contato que os anglo-saxões tiveram com as runas foi em Schleswig-Holstein e no noroeste da Alemanha. Mais tarde, eles desenvolveram 28 símbolos que foram levados para a Inglaterra durante os séc. V ou VI, onde continuaram a evoluir chegando a 33 símbolos no início do séc. IX.
Outro alfabeto rúnico importante existiu na Escandinávia e na Islândia. Esse alfabeto, entretanto, tinha 16 runas ao todo, indicando que algumas runas representavam mais de um som.
A maioria dos estudiosos enfatiza o significado mágico das runas. Sem dúvida, as runas eram usadas de maneira especial para feitiços e magia, e compunham um alfabeto de múltiplas utilidades, cada vez mais utilizado para fins não mágicos.

O nome Ogham deriva de oga-ama - ogasun, que siginifica propriedade e opulência, e ama, que significa sacerdotisa e mãe. Por extensão: “Propriedade da Suprema Sacerdotisa”.
A origem do Alfabeto Ogham é atribuída ao deus mitológico Ogma – oriundo dos Tuatha De Damann, uma raça de deuses gerados pela deusa Danu, uma das faces da Mãe Suprema (o Princípio Feminino de Deus). Essa raça era conhecida pela sua eloquência e interesse pelas artes em geral, em especial, a poesia. Ogma, entre eles, destacava-se tanto por suas habilidades artísticas quanto guerreiras; tornou-se campeão de todos os processos iniciatórios, venceu torneios e promoveu as mais incríveis façanhas, revelando-se, enfim, “aquele que possui o conhecimento do carvalho”.
A maneira pela qual o deus Ogma criou o alfabeto continua desconhecida – é de presumir-se que, por ter se revelado o mais proeminente de sua raça, ele tenha sido o Eleito para receber o Conhecimento. (Pode-se subentender, portanto, que Ogma era “Propriedade da Suprema Sacerdotisa” – algo como “o filho favorito”.) Mas, o que está claro, é que o objetivo de Ogma, ao criar o alfabeto, foi permitir que determinados conhecimentos fossem registrados de forma cifrada, para que não caíssem em domínio público. A palavra galesa oghum, por exemplo, deriva de ogham e significa “conhecimento oculto”.
A exemplo das Runas para os nórdicos, Ogham é um alfabeto essencialmente relacionado aos celtas a à cultura desse grupo étnico, sendo utilizado principalmente por bardos e druidas.
Os celtas eram exímios guerreiros, metalúrgicos, agricultores, criadores de animais, construtores de estradas e de carroças. Mas eram, sobretudo, especialmente ligado às artes, à música, poesia, divinação e à celebração da vida em grandes festas e rituais.
Sobre o alfabeto ogâmico, em específico, muito têm-se especulado, polemizado, deliberado, contestado: quer pela sua “estranha” forma de escrita, quer pela sua origem remota, quer por suas poucas evidências histórias. No entretanto, o fato incontestável é que, seja lá como for, ele se apresenta com evidente veracidade nos dias atuais. Para quem estiver receptivo às vibrações dos “Sussurros Célticos”, perceberá que toda especulação e polêmica em torno do assunto é inútil – mera teoria elucubrativa. Quem quer que assimile a essência do “espírito ogâmico” se verá enriquecido pela experiência de buscar o autoconhecimento divinatório através da “Voz das Árvores”.


Libanomancia






O libanomancia tenta responder as perguntas que fizeram dele o alvo através da queima de incenso, geralmente, incenso e fumaça que produz. funciona especialmente bem quando combinado com a meditação, enquanto as fumaças de incenso. É essencial na forma de números que faz com que o fumo, tendo este caminho, a sua intensidade e cor. Incenso é uma preparação de resinas de plantas muito sabor diferente. frequentemente são adicionados a vários óleos vegetais ou animais, por que, quando queima, exalam um cheiro agradável de fumaça para diferentes finalidades: religiosa, saúde, estética, para alcançar um ambiente descontraído e harmonioso, e assim por diante. Incense tem uma forte presença nas sociedades orientais, especialmente a China e Japão, e também nas Igrejas Católica e Ortodoxa.Também é frequentemente usada pelos indivíduos para purificar suas casas.Com incenso tenta adivinhar o futuro, de acordo com libanomancia, um método de adivinhação bastante remota, datando de civilizações antigas.Primeiro eles fizeram orações e pedidos sobre o que pretendido, ou formular quaisquer perguntas sobre o futuro. então jogou incenso no fogo, para que a fumaça atinja o céu e realizar as orações lá. Então, de acordo com a forma consumida, foi interpretado de uma forma ou outro. Se, por exemplo, o incenso foi chamado e foi consumido, isso significava que as preces estavam sendo atendidas. Mas se o incenso não é importante para uma chama fora e levou a fumaça, ou não fumava nada, foi interpretado como as orações foram ouvidos. Por libanomancia está tentando adivinhar todas as matérias, exceto as relativas a morte e casamento














































Geomancia: Um punhado de terra solta é amontado na palma da mão e depois é jogado, de leve, sobre o solo. O vidente interpreta os desenhos que se formam. Numa versão posterior, chamada geomancia de papel, o adivinho faz uma pergunta e, de olhos fechados, bate coma  ponta do lápis na folha, deixando marcas aleatórias. Decorrido o tempo que a pessoa julgar apropriado, passa-se então à interpretação dos desenhos que se formaram o papel.
Miomancia: Adivinhação baseada na aparência, na cor e nos sons dos camundongos. Muitas previsões, desde a guerra até períodos de fome, se apoiavam na observação direta de camundongos e ás vezes também de ratos, bem como nos sinais revelados da sua presença, como pegadas ou marcas de dentes. O historiador grego Heródoto relatou a derrota de um exército em virtude de uma infestação de ratos. No entanto isso parece ter sido antes uma questão prática do que uma profecia, pois os ratos roeram os sacos de flechas e os arcos dos soldados, deixando-os quase desarmados.
Podomancia: Semelhante à quiromancia, só que é a sola dos pés, e não a palma da mão que é usada para interpretação. Esse sistema de adivinhação foi amplamente usado na antiga China.
Xilomancia: Os videntes dos tempos bíblicos examinavam e interpretavam os desenhos formados sobre o solo por galhos, ramos, brotos e outros pedaços de árvore. No início, só se usavam galhos que tivessem caído naturalmente. Nem método posterior, os adivinhos retiravam metade da casca dos galhos e os jogavam sobre a terra, formando um desenho aleatório. Os galhos que caíssem com a face descascada para cima seriam interpretados.


GEOMANCIA


ORIGENS
A Geomancia está para a Terra ( Gê ), assim como a Astrologia está para o Céu. Esta Arte Divinatória, surgiu Provavelmente na Pérsia por volta do Sec. XVI. Alcançou a China e toda a Ásia, Índia, África e, de Lá chegou a Europa, difundida pelos Árabes. Segundo historiadores Dante Alighieri, teria citado em sua obra "A Divina Comédia", os primórdios da Geomancia, com a mesma credibilidade da Cartomancia, Quiromancia e Astrologia, populares naquela época.Conta a tradição que para exercê-la os antigos Árabes traçavam aleatoriamente "pontos" na areia do deserto, e depois de interpretá-los apagavam os seus sinais.Outros estudiosos afirmam que os magos praticavam a geomancia atirando grãos de terra sobre um tampo liso, de pedra ou vidro e então interpretavam os sinais que se formavam, com o objetivo de profetizar o destino daqueles que os consultavam. Consta ainda que essa técnica, um legado do período neolítico, era conhecida dos Celtas, de Roma, de Bizâncio e que foi utilizada na China antiga com o nome de Hig-fa - Arte das formas e das situações. No "Tratado Primeiro" de Roberto de Fluctibus, a Geomancia consta como um dos sete ramos da tradição esotérica, juntamente com : Piramidologia, Quiromancia, Memória, Fisiognomonia, Astrologia e Profecia.
Em 1637, Pisis, um antigo ocultista italiano, definiu cada linha com seus resultados, associando-os aos 4 elementos da natureza, de baixo para cima, são elas:1ª linha = Pés, elemento = Terra2ª linha = O Ventre, elemento = Água3ª linha = O coração, elemento = Ar4ª linha = A Cabeça, elemento = Fogo
Jabir Ibn Hayan, um estudioso Árabe adepto desta arte, acrescentou:Cabeça e Coração = Carater feminino/PassivoVentre e Pés = Caráter Masculino/Ativo
Além dessa associação existe a classificação das casas por áreas de regência de cada figura, facilitando assim a obtenção das respostas às perguntas feitas ao oráculo. Para perguntas simples, as casas 13, 14 e 15 por si bastam para uma resposta. A 13 diz do passado, a 14 da evolução do caso e a 15 da solução.Uma interpretação mais profunda, exige a análise simultânea das casa e das figuras que estão nelas. As casas tratam de assuntos distintos. Casas com os mesmos desenhos são interpretadas como se fosse um conjunto único. Veja à seguir as casas e as suas áreas de regência.






























NOMES E POSIÇÕES DAS CASAS
8 Morte - 7 Esposa - 6 Trabalho - 5 Filhos - 4 Pai - 3 Familia - 2 Bens - 1 Vida
12 Inimigos - 11 Amigos - 10 Sucesso - 9 Viagens
14 Testemunha do Futuro - 13 Testemunha do passado
15 Juiz




O RITUAL



O Mago senta-se relaxado, concentra-se em sua pergunta ou do consulente, e na terra ou areia, com um graveto traça 4 linhas, com símbolos à seu critério, podem ser pontos, cruzes, Xs, etc. Inicia uma linha e para quando sua intuição mandar, passa para a linha seguinte e assim sucessivamente. Soma o total dos símbolos de cada linha e anota os resultados, se a soma for par atribue 2 pontos, se a soma for impar atribue 1 ponto. Analisa o desenho formado, seu significado, classifica de acôrdo com a casa que rege a questão formulada e utilizando uma linha interpretativa que permite dar seu toque de sensibilidade, decifra a resposta.Obs : Na atualidade o Mago pode susbstituir a escrita na areia por lápis e papel.



Astragalomancia/Cleromancia

Conhecida por Astragiromancia ou, utilizando-se de um termo mais atual, Cleromancia, esse sistema que remonta ao Egito antigo foi transferido de geração em geração através dos séculos, desde 3500 a.C. O nome, Astragalomancia, veio do grego “astragalos”. Astragalos se refere ao osso de uma junta ou da vértebra de um animal, matéria-prima originalmente utilizada para a fabricação de dados.

Existem dois métodos de se aplicar. O medieval e o contemporâneo.

O medieval, a Astragalomancia, consiste em lançar três dados. Existem três combinações especiais e você deverá lançar os dados até que obtenha uma delas.

O contemporâneo, mais conhecido como Cleromancia, lançamos o dado em um tabuleiro. É mais simples, pois cada face do dado representa uma visão.

Imagem


Astragalomancia: A adivinhação mediante um lance de dados remonta ao Egito antigo e muitos sistemas foram transmitidos de geração em geração, no decorrer dos séculos. Um sistema simples, conforme explicado num livro medieval, consistia em jogar três dados. Tirar três seis significava que seus desejos iam se tornar realidade. Dois seis e um dois indicava sucesso, mas com dificuldade. Um seis e dois quatros significavam que era melhor esquecer o assunto, ou seja, aquilo que você desejava era uma má ideia que deveria ser posta de lado. 
Bibliomancia: A única coisa necessária é um livro. O adivinho faz uma pergunta, abre um livro ao acaso e, de olhos fechados, aponta com o dedo um local qualquer da página. A frase ou parágrafo em que o dedo tocar é tida como uma resposta à pergunta. A Bíblia já foi o livro mais usado para isso, mas recentemente usam-se os clássico: Homero, Virgílio e Shakespeare. Mas qualquer livro serve!
Ceromancia: Este sistema antigo e amplamente praticado consistia em derreter cera numa bacia de metal. Então, bem devagar, vertia-se a cera quente dentro de outra bacia cheia de água fria. Quando a cera tocava a água, se solidificava em várias formas, interpretadas pelo vidente. Ao longo dos séculos, compilaram-se modelos de interpretação, que resultaram num sistema que qualquer pessoa podia aprender. As mesmas interpretações foram aplicadas à leitura das folhas de chá.
Hidromancia: A água era um elemento importante em várias formas de adivinhação. Num dos métodos, praticado na Grécia antiga, lançavam-se três pedra,   ma de cada vez, dentro de um poço d'água parada. A primeira pedra era redonda, a segunda triangular e a terceira retangular. O adivinho examinava os desenhos de ondulações concêntricas e procurava imagens ou reflexos que pudessem ser interpretados.



Ceromancia e Licnomancia


Ceromancia é uma das manciasque se utiliza velas. Éssa técnica é bastante utilizada pelo povo cigano, que consiste na interpretação da cera da vela sobre um copo com água.
Antes de fazer essa mancia, seconcentre por alguns minutos , e tente manter a mente livre das respostas que você deseja ou teme ver.

LICNOMANCIA

Licnomancia é a adivinhação das figuras pela chama ou a sombra da vela, ou por uma tocha.
As velas são muito ricas para assessorar diversos rituais, nos auxilia na concentração e Ascenção da concentração, sendo parte fundamental na nossa alquimia, e também são excelentes para ativar a clarividência.
Antes de qualquer ritual com velas é importante que evoque entidade que governe o reino elemental do fogo.






Aeromancia: Neste antigo sistema de adivinhação, em vez de se tentar prever o tempo, o próprio tempo é que indicava o futuro. Os adeptos presságios nos fenômenos atmosféricos, como os trovões, os relâmpagos, a forma das nuvens, a direção e a força do vento, a presença de halos no Sol e na Lua. A aeromancia era praticada pelos sacerdotes da Babilônia e é um dos mais antigos sistemas divinatórios.
Alectomancia: Um galo era a chave deste antigo sistema de adivinhação. As letras do alfabeto eram dispostos em um grande círculo e punham-se grãos de trigo em cima de cada letra. A ordem em que o galo comia os grãos soletrava uma mensagem. Se as palavras não fizessem sentido, o adivinho as interpretaria. Os grãos eram imediatamente substituídos, tão logo consumidos, para que todas as letras pudessem aparecer na mensagem tantas vezes quanto necessário.
Alomancia: No passado, em muitas regiões do mundo, acreditou-se que o sal tinha propriedades mágicas. Neste sistema de adivinhação, o praticante jogava um punhado de sal numa superfície e depois interpretava as formas que surgissem. Pode-se relacionar esse antigo costume à superstição segundo a qual derramar sal dá azar, ou jogar sal sobre o ombro, em geral, o ombro esquerdo, dá sorte ou afasta o azar.
Apantomancia: No passado, acreditava-se que encontros acidentais com bichos eram repletos de significados. Na Europa medieval, encontrar-se acidentalmente com um cobra ou uma lebre era sinal que você teria sorte em pouco tempo, sobretudo se a lebre estivesse fugindo de cães de caça. Ver um morcego, um corvo ou um burro, prenúncio de doença. As interpretações de um mesmo encontro variam conforme as culturas. Nos Estados Unidos, quando um gato preto atravessa o caminho de uma pessoa é sinal de azar, mas na Inglaterra, é sinald e sorte.


Princípios Básicos da Leitura de Mão
A maioria dos leitores de mão examina as duas mãos. Dizem que a esquerda revela as características que a pessoa herdou, enquanto a direita indica as escolhas que deverão ser feitas e as vitórias e derrotas do futuro. Cada linha é examinado separadamente, mas uma leitura completa leva em consideração o significado geral de todos os seus traços.
Existem vários sistemas complexos da leitura de mão, que dão sentido a todas as linhas e montes de nossa mão. Porém, todos começam com essas linhas primárias:
Significados das linhas abaixo:
1. Linha do Coração: Essa linha é a chave para se entender as emoções. Ela revela a maneira como o indivíduo interage com os outros e suas expectativas em relação ao amor e relacionamentos.
2. Linha da Cabeça: Mostra a capacidade intelectual da pessoa. Ela revela criatividade, o poder de concentração e a capacidade para resolver problemas. Quanto maior a linha, maior a capacidade de concentração.
3. Linha da Vida: Ao contrário da crença popular, essa linha não indica quanto tempo uma pessoa vai viver. Na verdade, ela dá uma ideia geral da quantidade de vida e da vitalidade dessa pessoa. Uma curva acentuada para baixo, mesmo em uma linha curta, indica força física. Já uma linha relativamente reta sugere pouca resistência.
4. Linha do Destino: Indica o grau de controle que se exerce sobre a vida e os acontecimentos. Ela também revela como a pessoa lida com responsabilidades e se faz uso de seus talentos naturais.
5. Linha do Apolo: Também conhecida como Linha do Sol, mede a satisfação pessoal. Nem todo mundo tem uma linha de Apolo, mas, quando ela existe, é um sinal da capacidade de aproveitar a vida e de encontrar satisfação no trabalho. Em alguns sistemas, uma linha comprida é sinal de sorte.


A leitura de mãos atingiu seu apogeu no final do século XIX, com a ascensão de seu praticante mais conhecido, o conde Louis Hamon. Trabalhando em Londres sob o pseudônimo de Quiros, Hamon fazia milhares de leituras todo ano, usando um sistema que havia aprendido com sua mãe, uma irlandesa. Ele ficou conhecido por sua impressionante precisão e atraiu muitos clientes notáveis, entre os quais estavam os reis Eduardo VII e Eduardo VIII da Inglaterra, o rei Leopoldo da Bélgica, o czar Nicolau II da Rússia, Grover Cleveland, Thomas Edson, Mark Twian e Oscar Wilde. A animação causada pelo sucesso de Hamon nunca desapareceu completamente, e os leitores de mão profissionais ainda existem na maior parte da Europa e dos Estados Unidos.

A leitura demãos pode ser muito complicada.
Um mapa detalhado da mão humana, de 1640, 
mostra a relação entre os signos do zodíaco e 
as linhas da palma da mão.



A Quiromancia é um método complexo de adivinhação e de interpretação de sinais baseado nas linhas da palma da mão e no seu formato, tamanho e textura. Esse sistema deve ter se originado na Índia há pelo menos cinco mil anos. Era praticado na China, no Tibet, na Pérsia, na Mesopotâmia e no Egito. As lendas nos contam que o filósofo grego Aristóteles, que dizia que a mão é "o principal órgão" do corpo, ensinou quiromancia a seu mais famoso pupilo, Alexandre, o Grande. Dizem também que Júlio César acreditava ter tanta habilidade para decifrar palmas da mão que julgava seus homens pela aparência de suas mãos.
Ainda que os méritos da quiromancia já tivessem prestígio na antiguidade, os guias sistemáticos sobre a arte só foram desenvolvidos durante o Renascimento. O primeiro manual completo sobre o assunto foi publicado na Alemanha em 1475, pouco depois da invenção da imprensa. Nessa obra, e em muitas outras que vieram depois, os leitores tinham acesso a mapas detalhados da mão que davam nomes e significados específicos para cada linha, monte e vale da palma da mão. Acreditava-se que a interpretação desses detalhes não só davam pistas sobre a personalidade e destino de uma pessoas como também servia de advertência quanto a problemas de saúde. No século XVII, as aulas de quiromancia faziam parte do currículo de diversas grandes universidades.

A teimancia, ou a leitura das borras de chá ou café. Segue aí última parte das interpretações dos símbolos:
















Teimancia
Teimancia é uma técnica de leitura pelas folhas de chá, também conhecida como tasseomancia, originou-se na China antiga e seus imperadores utilizavam-na para prever o futuro. A difusão desta prática passou pela Turquia, Rússia e, posteriormente, pela Europa. A técnica consiste em identificar figuras formadas por folhas de chá nas paredes internas de uma xícara.
Um adivinho interpreta uma série de imagens que aparecem nas borras do chá. Supostamente quanto mais perto da borda estiver a imagem, mais perto ela está de acontecer. Os detalhes do método para ler as folhas de chá variam um pouco mas a base é esta:
O chá (de preferência preto) é preparado com as folhas soltas, e servido em uma xícara de cor clara sem usar um coador. A pessoa que terá a sorte lida, bebe todo o chá, deixando apenas um pouco de liquido e as folhas no fundo, depois de mexer o resíduo 3 vezes para a maioria das folhas cairem. O adivinho então pega a xícara e examina os desenhos que ficaram no fundo e nos lados.



Folha: Sorte
Galho de árvore: Nova amizade
Ganso: Um convite
Garfo: Desvio de objeto
Gato: Traição
Girafa: Um desentendimento
Guarda-chuva: Aborrecimentos
Homem: Um visitante inesperado
Instrumentos musicais: Boas companhias
Janela: Ajuda de um amigo
Lagarto: Inimigos ocultos
Lamparina: Ganhos financeiros
Leão: Amigos prestativos
Livro: Atenção, aprendizagem
Lua: Amor
Luva: Sorte e honra
Mão: Amizade
Martelo: Vencer as dificuldades
Mesa: Uma reunião agradável
Moeda: Pagamento de dívidas
Montanha: Viagem ou obstáculo
Morcego: Decepção
Ninho: Abrigo
Nó: Perigo adiante
Nuvens: Dúvida
Olho: Tenha cuidado
Ovelha: Sorte
Ovo: Fertilidade, filhos
Pá: Prosperidade na indústria
Papagaio: Transtorno
Pássaro: Sorte
Peixe: Notícias
Pena: É preciso se esforçar mais
Pêndulo: Indecisão
Pomba: Sorte
Ponto de interrogação: Incerteza, mudança
Porco: Dificuldades no relacionamento
Râ: Melhoria nos negócios
Rato: Perigo
Relógio: Cura de uma doença
Remo:  Problemas temporários
Rosto: Novos amigos
Sapato: Mudança de carreira
Semente: Saúde
Sereia: tentação
Serra:Problemas com estranhos
Serpente: Falsidade, tentação
SInos: Boas-Novas
Sol: Felicidade constante
Taça de vinho: Novas amizades
Tambor: Fofoca
Tartaruga: Crítica
Teia: Intriga, complicações
Tesoura: Palavras ofensivas
Triângulo: Acontecimentos inesperados
Uvas: Bons momentos
Vaso: Um amigo precisa de ajuda
Violão: Romance em vista
Violino: Solidão
Xícara: Grande sucesso


Cachoeira: Fartura
Cachorro: Amigos fiéis
Cadeira: Hóspede inesperado
Camundongo: Insegurança Financeira
Canguru: Viagem Inesperada
Caranguejo: Inimigo á espreita
Cardo: grandes ambições
Casa: Estabilidade
Ceifeira: Boa colheita ou prenúncio de morte
Cetro: Mais responsabilidades
Chaleira: Um lar amigável
Chapéu: Uma nova situação de trabalho
Chave:  Solução de mistério
Chifre: Fartura
Círculo: Amor
Coelho: Sucesso
Cogumelos: Conte com atrasos
Corda: Assuntos delicados
Coruja: Escândalos, problemas com saúde
Cruz: Problemas à frente
Diamante: Um presente caro
Dragão: Mudanças
Envelope: Novidades
Escada: Melhoria a caminho
Escada de mão: Avanço, movimento, sucesso
Escorpião: Complô inimigo
Espada: Discussão com amigo
Esqueleto: Doença
Esquilo: Prosperidade
Estrela: Sorte
Fechadura: Notícias indesejáveis
Ferradura: Sorte
Flecha: Más notícias em uma carta
Flores: Amor, honra, estima


Abelha: Encontro com os amigos
Abóbora: Relacionamento amoroso
Adaga: Ameaça de Inimigos
Agulha: Respeito por outros
Âncora: Viagem
Anel: Casamento
Aranha: Sorte, dinheiro
Arco-Íris: Sorte
Arma: perigo, guerra, catástrofe
Árvore: Sucesso
Asas: Novidades
Asno: Necessidade de paciência
Balança: Justiça, sucesso com a lei
Balão: Problemas indo embora
Banana: Viagem a negócios
Bandeira: Perigo
Barco: Visita de um amigo
Bengala: Necessidade de um apoio
Bode: Infortúnio
Boi: Discussão com amigos
Borboleta: Felicidade
Cachimbo: Novas ideias



A Bola de Cristal
Embora antes da Idade Média não se tenha usado autênticas bolas de cristal, a cristalomancia pertence a uma tradição muito mais antiga. É uma forma de ler o cristal -método de adivinhação que consiste em contemplar uma superfície límpida ou reflexiva até que algumas imagens comecem a se formar dentro do próprio objeto ou no interior da mente da pessoa. Parece que todas as culturas praticaram algum tipo de leitura de cristais. na antiga Mesopotâmia, os adivinhos derramavam azeite em vasilhas de água e interpretavam as formas que apareciam na superfície.
O cristalomante ideal devia ser física e espiritualmente puro, preparando-se para cada leitura mediante alguns dias de prece e jejum. Para as sessões de leitura do cristal, costumava-se usar um aposento especial, com atmosfera solene e cerimoniosa. Tais preparativos e cuidados com os detalhes destinavam-se a ajudar o vidente a alcançar um estado de transe enquanto mirava o cristal, aumentando a probabilidade de que aparecessem imagens em sua mente. Os antigos pensavam que tudo o que era visto por cristalomantes provinha da mente deles e não do interior do cristal em si. Mesmo assim, essas visões era tidas como autenticas profecias e não meros devaneios.


Lista de Fatores
O significado de cada fator dentro da bola de cristal.

Nuvens:

Nuvens Violetas: harmonia e tranqüilidade
Nuvens Azuis: conquista e felicidade
Nuvens Verde: lucro e prosperidade
Nuvens Amarelas: duvidas esclarecidas em breve
Nuvens Laranjas: decisões difíceis definitivas
Nuvens Vermelhas: obstáculos e agitação


Manchas:
Manchas Claras: pequenos problemas
Manchas Escuras: grandes problemas


Imagens:
Estrela: sonhos impossíveis
Coração: vivência de um grande amor
Serpente: cuidado com a saúde
Pássaros: surpresas
Olho: siga mais a sua intuição
Espada: desarmonia
Balança: recompensa justa


Posicionamento:
Imagem Interior a Bola de Cristal: presente ou futuro imediato
Imagem Posterior a da Bola de Cristal: passado que exercera influencia sobre o presente
Imagem a Direita da Bola de Cristal: boas influencias
Imagem a Esquerda da Bola de Cristal: más influencias



O SIGNIFICADO DOS NÚMEROS
UM: Esse é o número do indivíduo. Os Uns são independentes, firmes, perseverantes e determinados. Estabelecem um objetivo e persistem nele. São líderes e inventores. os Uns acham difícil trabalhar com outras pessoas e não gostam de receber ordens. Podem ser egocêntricas, egoístas e dominadores. Muitas vezes preferem ficar sós.

DOIS: O dois representa interação, comunicação mútua, cooperação e equilíbro. Os Dois em geral têm uma natureza imaginativa, criativa e meiga. Paz, harmiona, compromisso, lealdade e honestidade são suas características. Mas o dois também introduz a noção de conflito, de forças opostas e os lados contrastantes das coisas: noite e dia, bem e mal. Os Dois podem ser reservados, melancólicos, inibidos e indecisos.

TRÊS: O três representa a ideia de completude ou totalidade, como nas tríades "passado-presente-futuro" e "mente-corpo-alma". Os pitagóricos consideravam o tr~es o primeiro número "completo" porque ele tem um princípio, um meio e um fim. O númerotrês indica talento, energia, ídole artística, humor e desinibição social. Os Três muitas vezes têm boa sorte, são despreocupados, ricos e muito bem-sucedidos, mas também podem ser dispersivos, suscetíveis e superficiais.

QUATRO: Como uma mesa apoiada firmemente nas quatro pernas, o número quatro indica estabilidade e firmeza. Os Quatros gostam de trabalhar duro. São práticos, confiáveis e sem complicações; preferem a lógica e arazão aos vôos da fantasia. Sãos bons para organização e para cumprir tarefas. A exemplo do ciclo das quatro estações, eles também são previsíveis. Podem ser teimosos, desconfiados, exageradamente práticos e propensos a acessos de raaiva. Os conflitos possíveis no caso do dois são duplicados no quatro.



SIGNIFICADOS DOS NÚMEROS - PARTE 2
CINCO: Cinco é o número da instabilidade e do desequilíbro, que indica mudança e incerteza. Os Cincos são impelidos a muitas coisas ao mesmo tempo, mas não se comprometem com nada. São atrevidos, ativos e dispostos a correr riscos. Gostam de viajar e encontrar pessoas, mas não conseguem ficar muito tempo num mesmo lugar. Os Cincos podem ser presunçosos, irresponsáveis, irascíveis e impacientes.

SEIS: O seis representa harmonia, amizade e vida em família. Os Seis são leais, conifáveis e amorosos. Adptam-se facilmente. Saem-se bem no magistério e nas artes, mas em geral não tem sucesso nos negócios. São, por vezes, propensos a fofocas e à vaidade. Os pitagóricos encaravam o seis como o número perfeito porque era divisível por dois e também por três, e era ao mesmo tempo a soma e o produto dos primeiros três algarismos (1+2+3=6; 1X2X3=6).

SETE: Perspicazes, sensatos  inteligentes, os Setes gostam de trabalhos difíceis e de desafios. Muitas vezes são sérios, estudiosos e interessados em tudo o que é misterioso. A originalidade e a imaginação são mais importantes que o dinheiro e os bens materiais. Os Setes também podem ser pessimistas, sarcásticos e inseguros. O sete á vezes é considerado um número místico ou mágico por causa dos setes dias de criação do mundo e dos sete corpos celestes da antiga astronomia.

OITO: O oito indica a possibilidade de grande sucesso nos negócios, nas finanças e na política. Os Oitos são práticos e trabalhadores. Também podem ser invejosos, gananciosos, dominadores e ávidos de poder. Supões-se que o oito seja o mais imprevisíveis dos números e que possa indicar tanto o cume do sucesso quanto o fundo do poço do fracasso; o potencial para ir em ambas as direções está presente desde o início.

NOVE: Representa a completude e a perfeição em seu mais alto grau, pois é o número "completo", o três  expresso três vezes. os Noves dedicam-se a servir os outros, muitas vezes como professores, cientistas e filantropos. Firmemente determinados, trabalham de forma incansável e são uma inspiração para os demais. Mas também podem ser arrogantes e esnobes quando as coisas não andam do seu jeito.

 Temos como missão prever o futuro e com minha ajuda vocês sairão daqui vendo a sorte de todo mundo! Aula passada vimos como transformar um nome em números e achar o Número do Caráter. Nessa veremos como achar os outros Números da pessoa!
O número seguinte a ser extraído é o Número do Coração, que se refere à vida interior da pessoa e supostamente indica os desejos e temores que se mantém ocultos para as outras pessoas. O Número do Coração é a soma de todas as vogais do nome, reduzidas a um só algarismo de 1 a 9.

N I C H O L A S   F L A M E L
9        6       1           1       5

Esses números somados dão 22, que é reduzido apra 4 (2+2=4).
O terceiro número a ser obtido é o Número Social, que se refere à pessoa pública, a face que a pessoa revela para o mundo externo. O número Social é determinada pela soma do valor das consoantes do nome.

N I C H O L A S   F L A M E L
5     3  8    3    1    6 3    4       3

Nesse caso, a some é 36 que se reduz para 9 (3+6=9).
De posse dos números do Caráter, do Coração e Social (4, 4, 9), é possível agora esboçar um retrato da pessoa utilizando uma tabela de traços de personalidade positivos e negativos, tradicionalmente associados a cada número. Esses traços derivam, em parte, das ideias de Pitágors, mas também sofreram influências de muitas outras pessoas.


O primeiro passo para analisar um nome é convertê-lo em uma série de números. Atribui-se a cada letra do alfabeto um valor numérico entre 1 e 9, segundo a seguinte tabela:



COmo deu para perceber, há números repetidos em diferentes letras. Exemplo: 1 = A, J e S.
Para analisar um nome, primeiro você deve escrever em uma folha de papel e colocar os número em baixo de cada letra. Usaremos Nicholas Flamel como exemplo:

N I C H O L A S   F LA M E L
5 9 3 8  6  3  1  1    6  3 1  4  5 3

Depois, faça as soma dos números, nesse caso dá 58. Segundo os métodos de aritmancia, quando a somo ultrapassa 9 - o que geralmente acontece - o resultado deve ser reduzido para um único algarimo, somando novamente os númeors do resultado. Desse modo o resultado é 13 (58 = 5 + 8). O resultado final é 4, porque 13 ainda é maior que 9. Esse número é denominado Número do CaráterEsse número indica o tipo geral de personalidade da pessoa.



Quarta Aula de Adivinhação

Olá, preparados para nossa aula de hoje? Espero que sim! Bom, já falamos sobre o que é a Adivinhação e alguns métodos realizados no passado. Agora vamos nos aprofundar mais na Aritimancia, mais conhecida como Numerologia. Espero que prestem atenção.

~ Aritmancia ~ 
A aritmancia (dos termos gregos arythmo, que significa número e mancia que significa profecia) tem sido usada por mágicos e magos há mais de ois mil anos para ajudar as pessoas a analisar e desenvolver suas forças e seus talentos, superar obstáculos e traçar seus caminhos futuros. Também conhecida como numerologia, a aritmancia se baseia em duas ideias muito antigas. A primeira é que o nome de uma pessoa contém indícios importantes do seu caráter e do seu destino. A segunda, antecipada há mais de 2.500 anos pelo sábio grego Pitágoras, é que cada número entre 1 e 9 tem significado especial, capaz de contribuir para a compreensão de todas as coisas.Os que acreditam em aritmancia combinaram essas duas ideias e ao longo dos séculos, deselvolveram muitos sistemas complexos para converter nome em números e analisar os resultados. Segundo um dos sistemas mais usados, há três números findamentais que podem ser extraídos do nome de uma pessoas - o Número do Caráter, o Número do Coração e o Número Social. O resultado de ser interpretado conforme uma tabela que contém significados preestbelecidos. Esse sistema que acreditamo ser o mesmo que se ensina em Hogwarts, era amplamente conhecido na Idade Média e ainda é utilizado hoje em dia. Requer apenas um lápis, papel e a capacidade de comar e de soletrar palavras.



Venham logo para nossa aula! Não se atrasem! Hoje daremos continuidade a nossa tentativa de prever o futuro e, como prometido, contarei um pouco da História do Tarô. Para quem não sabe, Tarô são aquelas cartas parecidas com as de baralho comum só que com imagens que representam uma situação e não números. São bastantes usadas para prever o futuro atualmente, apesar de darem mais errado do que certo.
Breve história do Tarô
Embora o aspecto surpreendente e as imagens misteriosas das cartas de tarô possam dar a impressão de que foram criadas para ler a sorte, na verdade eram, originalmente, apenas um bonito baralho de cartas para jogar. Criadas no Século XV, eram usadas para um jogo popular chamado tarrochi (de onde veio o nome tarô), um parente distante do moderno jogo de bridge. As figuras coloridas, estampadas nas cartas, com representações de personagens e de situações tão variadas como o Eremita, o Trapaceiro, o Enforcado, a Carruagem, a Sacerdotisa e o Castelo, sugerem que as cartas também podem ter sido criadas para contar histórias.
As cartas de tarô foram associadas à adivinhação na década de 1770, depois que um francês chamado Antoine Court de Gebelin inventou uma teoria muito sofisticada e completamente errada sobre a origem e o significado delas. De Gebelin acreditava que as cartas de tarô tinham sido criadas no antigo Egito e eram uma fonte de uma sabedoria secreta. Embora mais tarde tenha sido desmentida toda e qualquer ligação com o Egito, essa teoria fantasiosa atraiu uma atenção renovada ao tarô. Em 1785, um cartomante profissional chamado Jean-Baptiste Alliette foi autor do primeiro manual completo para ler a sorte por meio das cartas de tarô. Criou também um baralho original, desenhado por ele mesmo, e estabeleceu um significado específico para cada carta. Alliette ensinou seu método a mais de 150 alunos e ajudou a dar a arrancada inicial que levaria o tarô a tornar-se um dos sistemas de adivinhação mais conhecidos no mundo.

A interpretação dos sonhos e a astrologia eram os sistemas mais respeitados, porém haviam outros sistemas bastante populares, como a aritmancia (consulta ao cristal) e a quiromancia (aves, dados, livros, flechas, machados e outros objetos).


Aritmancia, Quiromancia e outras artes da Adivinhação
O que o temível inseto verde e predador, da família dos mantídeos, conhecido como louva-a-deus tem a ver com os sistemas de adivinhação? Quase nada, exceto uma curiosa ligação linguistica: a palavra grega mantikós, que significa "profeta", deu origem ao nome da família de insetos a que ele pertence, os mantídeos. Em virtude da natureza profética da adivinhação, nos dicionário a terminação "mancia" é usada para indicar qualquer forma de adivinhação. Ler a palma da mão é quiromancia, a interpretação de sonhos é oniromancia  e assim por diante. O nome da família do voraz louva-a-deus e seu próprio nome derivam da posição habitual de suas patas dianteiras, levantadas e unidas, que sugerem a imagem de um profeta de mãos postas em oração. Em geral, porém, o louva-a-deis se dedica mais a suas atividades de predador do que ás de pregador...

Mais...


  • Acutomancia(leitura da sorte feita com agulhas) – um dos meios de se usar esse método divinatório é colocar 25 agulhas dentro de um prato e, em seguida, derramar um pouco de água sobre elas. As agulhas que se cruzarem indicarão o número de pessoas que atrapalharão o seu destino ou desejo naquele momento. Existem (inclusive no Brasil, cursos muito bons dessa divinação.
  • Ascinomancia (adivinhação baseada na profundidade, forma e direção do golpe de um machado num tronco) – não é comum no Brasil, mas é muito comum na Europa, sobretudo em países de maioria rural.
  • Astrologia (divinação por estrelas e planetas) – muito difundida no meio mágico e não mágico na forma dos famosos horóscopos e dos mapas astrais, pra quem pretende aprender mais sobre esse complicado método de divinação vale apena investir em estudo e cursos, esse site dá uma boa noção básica de astrologia http://www.dpwinfo.com.br/astro/aula/aula00.htm
  • Bibliomancia (divinação por apontamentos aleatórios num livro) – essa divinação é muito comum no cristianismo (sim, no cristianismo onde se folheia a bíblia) pessoalmente não conheço wiccanos que utilizem esses métodos.
  • Cafeomancia (leitura através da borra de café depositada na xícara de quem consulta)
  • Cartomancia (divinação por cartas, por exemplo cartas de tarô como eu citei em outro post)
  • Ceromancia (leitura da sorte através de desenhos feitos de cera, que deve ser pingada ainda líquida em uma superfície seca) – para essa divinação costuma-se usar velas comuns, aquelas branquinhas compradas nos mercados.
  • Cleromancia ou Lacomancia (adivinhação por dados)
  • Clidomancia (adivinhação por meio de chaves)
  • Cristalmancia (ter visões em cristais)
  • Cromniomancia (adivinhação por cebolas)
  • Dactilomancia (adivinhação pela observação dos anéis usados) – esse método leva em consideração o estilo, o lugar e a quantidade de anéis que uma pessoa possui.
  • Dafnomancia (adivinhação por meio de folhas de loureiro queimadas)
  • Dendromancia (observação de árvores derrubadas)
  • Geomancia (interpretação de várias marcas no solo ou utilização de objetos aletoriamente lançados, como no jogo de búzios) – esse método era muito utilizado pelos sacerdotes no deserto do Saara pelas marcas feitas na areia pelo vento.
  • Heteromancia (previsões pela observação do vôo das aves) – utilizadas principalmente para prever o tempo, no Brasil é muito usado pelos profetas da chuva do nordeste.
  • Hidromancia (observação da água)
  • I Ching (antigo sistema chinês de cosmologia e filosofia)
  • Lecanomancia (previsão mediante a observação de tanques, lagos, do som ou de fenômenos produzidos por objetos ao cair no fundo de uma bacia cheia de água)
  • Libanomancia (previsão pela direção e forma da fumaça do incenso)
  • Licnomancia (adivinhação por meio de lâmpadas ou brandões)
  • Litomancia (adivinhação por meio de pedras)
  • Margaritomancia (adivinhação por pérolas)
  • Meteoromancia (divinação pela observação dos meteoros)
  • Molibdomancia (adivinhação baseada no exame das figuras resultantes do chumbo derretido que se lança na água ou numa superfície lisa)
  • Nairancia (Prática divinatória de origem árabe, baseada na previsão do futuro pela observação do sol e da lua.)
  • Oinomancia ou Enomancia (adivinhação pelo vinho)
  • Oniromancia (adivinhação pela interpretação dos sonhos) – método muito comum no Brasil e possui diversos livros muito bons publicados.
  • Onomatomancia (adivinhação fundada no nome da pessoa) – usada principalmente para determinar traços de personalidade.
  • Pegomancia (previsão que se faz jogando uma pedra dentro da água e olhando o movimento produzido)
  • Pelomancia (adivinhação por meio da lama)
  • Piromancia ou Acrimancia (divinação pelo fogo)
  • Quiromancia (Baseada na análise e na interpretação de sinais e linhas das palmas das mãos) Existem livros e cursos muito bons aqui no Brasil, dos livros eu recomendo “Manual da quiromancia” de Nathaniel Altman.
  • Salimancia (adivinhação que consiste em derramar sal sobre uma mesa e interpretar a forma e a direção das figuras formadas pelas parcelas)
  • Scrying (um termo genérico para adivinhação visionária, ou seja todas aquelas que incluem contemplação e visões)
  • Sicomancia (adivinhação dos antigos, por meio de folhas de figueira, onde escreviam as perguntas de que se desejavam respostas) – método meio que perdido no tempo e hoje não é dominado por quase ninguém.
  • Sideromancia (adivinhação por meio duma barra de ferro candente, sobre a qual se atiravam pedaços de palha para se observar como ardiam e que direção tomava a fumaça)
  • Tasseomancy (leitura de folhas de chá) – muito comum no oriente.
  • Teomancia (Adivinhação por meio de oráculos) – o mais famoso de todos com certeza foi o grande oráculo de Delfos.
  • Xilomancia (adivinhação por meio da disposição de pauzinhos secos que se acham pelo caminho)
  • Zairagia (De origem árabe, consiste em colocar vários círculos, uns dentro dos outros, girando constantemente. Nas bordas dos círculos colocam-se todas as letras do alfabeto, que vão formando palavras. Dessas palavras, devidamente interpretadas, sairão as profecias.)
  • Zoomancia (adivinhação por meio dos animais) – muito usado para prever situações de perigo.

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