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sábado, 24 de março de 2012

O RENASCIMENTO DA BRUXARIA


Por: Claudiney Prieto
Em 1951, quando a última lei ainda existente contra a Bruxaria foi revogada na Inglaterra, Gerald Gardner, considerado o pai do Neo-Paganismo, decidiu revelar que as práticas da Bruxaria da Europa antiga não haviam morrido, mas continuavam vivas e ainda eram praticadas no interior dos Covens e por muitas famílias de Bruxos sob um novo nome, Wicca!
Gardner publicou algumas obras que revelavam um pouco da prática de seu Coven, dentre as quais o famoso livro Witchcraft Today, e assim lançou uma nova luz às práticas da Bruxaria, dando origem à um grande movimento Neo-pagão de reavivamento das práticas e ritos da Velha Religião.
De lá para cá o movimento Pagão cresceu substancialmente e muitos Bruxos que tinham sido instruídos por suas famílias durante décadas, decidiram sair das brumas e se tornaram visíveis, revelando os ensinamentos da Antiga Religião ao mundo. E assim, em pleno florescer do século XX, ressurgiu uma religião que buscava celebrar novamente a natureza encontrando inspiração para seus ritos na Antiga religiosidade da Europa e no culto à Deusa, considerada a própria Terra.
A Wicca é a reconstrução moderna da antiga religião dos povos da Europa, visto que muitos dos mistérios, rituais e práticas se perderam desde a época em que o Paganismo foi perseguido. Exatamente por este motivo, a Bruxaria Moderna foi largamente influenciada pela espiritualidade de diferentes culturas européias, indo desde a Celta até a Grega ou Romana. No entanto, muito de sua filosofia e liturgia baseia-se no antigo calendário e religiosidade do povo celta, que se espalharam pela Europa aproximadamente 1200 anos AEC e que provavelmente foi a cultura que mais preservou o culto a Deusa e seus rituais.
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