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quarta-feira, 30 de maio de 2012

Feng shui na sua carteira




A primeira coisa a se fazer é prestar atenção à sua carteira. Se estiver velha, trate logo de comprar uma novinha em folha. :)
Vc pode ter uma carteira da cor que desejar, mas sem dúvida a cor que mais atrai dinheiro é a cor vermelha.
2 passo é abrir a sua carteira e ver o que tem lá dentro.
Deixe fora talões de compras, compras à pagar e cartões fora de prazo.
Organize os seus documentos e cartões e nunca deixe a carteira ficar sem dinheiro, nem que seja apenas 1 real, mas o deixe quietinho lá.

Conforme o tamanho da sua carteira, coloque um amuleto para atrair riquezas. Aqui vai as dicas:

  • Um pequeno cristal relacionado ao planeta Sol
  • 3 grãos de milho
  • 1 folha de louro, escrita com seu desejo nela
  • 3 moedas chinesas presas com uma fita vermelha
  • Um pedaço de canela
  • 3 Grãos de arroz
Faça a arrumação da sua carteira em um domingo em um horário regido pelo Sol.
Não encha sua carteira de amuletos. O Fenf Shui rege-se pela simplicidade


Fonte: Hazel, adaptado por Alana Alencar

segunda-feira, 28 de maio de 2012

Dica: Como manter as gavetas perfumadas

Guardar sabonetes perfumados nas gavetas. Colocar saquinhos de tecidos com alfazema. São exemplos que podemos fazer mas que infelizmente não duram muito.
Mas embeber um pano com óleo essencial perfumado pode (pode ser de alfazema ou de outro aroma de sua preferência) e passá-lo por todo interior das gavetas, deixa o cheirinho de até 2 semanas (que será talvez, justamente, quando vc fará sua próxima arrumação).

Detalhe: Usar óleo puro sem diluir em água)

Feitiço do Caldeirão




O Caldeirão representa o útero da Deusa, onde germina a vida e a magia acontece, desde tempos ancestrais é usado para cozinhar alimentos para o corpo e para o espírito. É um dos utensílios mágicos preferidos de nós bruxas. Hoje vamos conhecer um feitiço de prosperidade rápido, simples, mas muito eficaz, que não é da minha autoria, mas retirei do meu livro das sombras copiado de uma amiga bruxa em um dia de muita alegria.

Feitiço do Caldeirão para prosperidade
Para ser feito em um Domingo, horário planetário Sol, na Lua Crescente

Você vai precisar de:

  • 1 Caldeirão (Caso vc não possua, pode usar uma panelinha de barro de qualquer tamanho)
  • Colhe de Pau ( Neste caso, TEM QUE SER DE PAU...rsrsrs)
  • Pó de prosperidade ( Feito por você mesma, em um dia também de Sol,Domingo, Lua crescente, aqui no blog temos dicas de como de fazer um,ok?)
  •  Duas velas verdes ou douradas,( estas são mais difíceis de ser encontradas, mas vc pode usar as         brancas untadas com purpurinas douradas ;))
  • Cristal citrino (Limpo e energizado)
  • Uma folha de papel e caneta
  • Um punhado de arroz

Como fazer:

Comece por fazer um altar ao Leste (Melhor local por que é de onde vem a claridade). Pode ser em qualquer local, em uma mesa, toco de madeira, centro... servem perfeitamente, ok?
Coloque no centro o caldeirão e coloque uma vela de cada lado.prepare agora o caldeirão para receber sua "poção", coloque lá dentro o citrino e o arroz.

Na folha de papel escreva detalhadamente o seu pedido, construindo as frases em tempo presente, seja realista no que pede (ganhar na loteria, talvez seja um pedido megalómano!) Termine escrevendo a frase: "Que seja para o bem de todos os envolvidos!Que assim seja e assim se faça!!!) Dobre o papel em quatro e coloque dentro do seu caldeirão, deite um pouco de pó de prosperidade. Visualize com alegria e entusiasmo o seu objetivo conquistado, enquanto mexe devagar com a colher de pau no sentido horário.e entoa o mantra do sol: " AOM TAT SAT TAM PAM PAE!

(Seu feitiço deve ser "cozinhado" por si com paciência e determinação)

Quando sentir que a energia está lançada ao universo, agradeça, apague a vela com os dedos umedecidos com saliva (ou com um apagador de velas) e todos os dias no horário planetário sol volte a mexer "seu cozinhado" mais um pouco até que seu objetivo se materialize. Mantenha sempre seus objetivos focados durante o processo.

E lembre-se: FAÇA SECRETAMENTE!

Meu grimório



sexta-feira, 25 de maio de 2012

Kali, a negra mãe do tempo



Por ti Devi, este universo é gerado e nosso mundo criado
Por ti Devi, ele é protegido e no fim do tempo consumido
Pois tu és a força criadora, o escudo protetor e o poder destruidor
Que segue a inexorável passagem do tempo.
Devi Mahatmya

Mirella Faur




Kali Ma, a deusa ancestral hindu é venerada na Índia como um arquétipo de Devi, a Grande Mãe, de quem tudo se origina e para quem todos devem retornar. Apesar de Kali ser na verdade uma deusa Tríplice: da criação, preservação e destruição, é este seu ultimo aspecto que é mais conhecido e – para nós ocidentais – o mais difícil de compreender e aceitar, por parecer primitivo e atemorizador. Representada como uma Deusa negra, nua, com os dentes à mostra e a língua de fora, adornada por uma guirlanda de caveiras e dançando vitoriosa sobre o cadáver de Shiva, o seu consorte, Kali desafia a imagem estereotipada da Mãe Divina bondosa e amorosa e desperta nossos medos atávicos da morte e do desconhecido.
No entanto, se procurarmos conhecer seus símbolos, ultrapassando a dicotomia conceitual do bem e do mal, poderemos paulatinamente perceber toda a beleza, plenitude e grandiosidade de Kali como sendo a própria Mãe do Tempo, cuja eterna dança entre a vida e a morte nos leva da destruição para a regeneração. Uma vez compreendida sua força e seu poder transformador, Kali nos oferecerá a libertação de todos os medos – inclusive perante a morte –, livrando-nos assim dos apegos, das fantasias e das ilusões.
Observar e acatar a impermanência da vida significa aprender a difícil lição do desapego e da renúncia. A entrega é difícil, presos como estamos nas teias das ilusões, nas amarras dos apegos, na trama das compensações, que nos fazem cair novamente nas armadilhas das sensações. Acreditamos que não podemos – e nem sabemos – como renunciar, nos desapegar, mudar, deixar ir, fluir, pois para renascer, primeiro precisamos morrer. Morrer para que o velho ego dê lugar para um novo Eu, descobrindo assim a nossa verdadeira identidade e assumindo a responsabilidade pelas conseqüências das nossas ações. Como estamos vivendo na ”era de Kali” (segundo a cosmologia hindu) é do seu poder que necessitamos para dançar a dança da transformação – nossa e do mundo ao nosso redor.
Para as mulheres modernas, Kali oferece um arquétipo poderoso para despertar a sua combatividade, aprender a delimitar e defender seus espaços, lutar por seus anseios e objetivos e vencer os demônios dos medos. Reconhecendo a sombra da Mãe Terrível – em si e nos outros – elas também vão saber quando precisam usar a espada da destruição ou o lótus da compaixão.
Descobrir, aceitar, liberar e transmutar a raiva, admitir e libertar-se dos medos e das culpas, identificar e rasgar os véus das ilusões, são etapas necessárias para encarar as sombras, ultrapassar as limitações, trocar de pele e assumir o verdadeiro poder. Não o poder sobre os outros, mas o poder interior que mobiliza a vontade, quebra a inércia e liberta dos grilhões. Somente assim a mulher renascerá para uma nova compreensão e vivência do Sagrado em si, nos outros, na vida e no eterno feminino.
Meditando a respeito da sua feroz apresentação, descobriremos que a sua cor preta evoca o mistério do útero cósmico primordial e do silêncio regenerador da terra. Sua nudez revela a beleza e a singeleza da verdade. Nas mãos ela segura a espada da sabedoria que destrói as ilusões, a tesoura que corta os apegos e as dependências, a cabeça decapitada que recomenda libertar-se do controle pela mente racional e os jogos egóicos, o lótus que promete a expansão da consciência e a realização espiritual. A guirlanda de caveiras é formada pelo colar das existências passadas, amarradas pelo cordão umbilical dos nascimentos futuros. Dançando freneticamente sobre o corpo morto do seu consorte, Kali o reanima, transformando o cadáver (Shava em sânscrito) em Shiva – o deus da dança e do poder fertilizador. As serpentes que envolvem seus braços simbolizam a força transformadora de Shakti, o princípio feminino da sexualidade e da vida, transmitido ao Shiva pela dança de Kali.
Aceitando a idéia da necessidade do processo de destruição para limpar o velho e abrir espaço para o novo, é fácil compreender os amplos atributos de Kali, seja como uma deusa guerreira que usa suas armas com coragem e sem pena, seja como uma deusa mãe criadora e preservadora da vida, bem como a negra ceifadora que acompanha o eterno e imutável processo de decadência, decomposição e regeneração.
Dependerá do seu momento e da sua prioridade conectar se e invocar um destes aspectos, com pleno conhecimento dos seus atributos, bem como tendo a plena consciência da responsabilidade da escolha e das conseqüências do seu pedido. Lembre-se que “às vezes é melhor não pedir do que pedir demais” e que “um presente requer sempre uma retribuição”. Portanto, cuidado com que pedir, pois poderá por Kali ser atendida!

As dádivas da deusa Hécate




Mirella Faur
O dia 13 de agosto era uma data importante no antigo calendário greco-romano, dedicada às celebrações das deusas Hécate e Diana, quando Lhes eram pedidas bênçãos de proteção para evitar as tempestades do verão europeu que prejudicassem as colheitas. Na tradição cristã comemora-se no dia 15 de agosto a Ascensão da Virgem Maria, festa sobreposta sobre as antigas festividades pagãs para apagar sua lembrança, mas com a mesma finalidade: pedir e receber proteção. Com o passar do tempo perdeu-se o seu real significado e origem e preservou-se apenas o medo incutido pela igreja cristã em relação ao nome e atuação de Hécate. Essa poderosa Deusa com múltiplos atributos foi considerada um ser maléfico, regente das sombras e fantasmas, que trazia tempestades, pesadelos, morte e destruição, exigindo dos seus adoradores sacrifícios lúgubres e ritos macabros. Para desmistificar as distorções patriarcais e cristãs e contribuir para a revelação das verdades milenares, segue um resumo dos aspectos, atributos e poderes da deusa Hécate.
Hécate Trivia ou Triformis era uma das mais antigas deusas da Grécia pré-helênica, cultuada originariamente na Trácia como representação arcaica da Deusa Tríplice, associada com a noite, lua negra, magia, profecias, cura e os mistérios da morte, renovação e nascimento. ”Senhora das encruzilhadas” - dos caminhos e da vida - e do mundo subterrâneo, Hécate é um arquétipo primordial do inconsciente pessoal e coletivo, que nos permite o acesso às camadas profundas da memória ancestral. É representada no plano humano pela xamã que se movimenta entre os mundos, pela vidente que olha para passado, presente e futuro e pela curadora que transpõe as pontes entre os reinos visíveis e invisíveis, em busca de segredos, soluções, visões e comunicações espirituais para a cura e regeneração dos seus semelhantes.
Filha dos Titãs estelares Astéria e Perseu, Hécate usa a tiara de estrelas que ilumina os escuros caminhos da noite, bem como a vastidão da escuridão interior. Neta de Nyx, deusa ancestral da noite, Hécate também é uma “Rainha da Noite” e tem o domínio do céu, da Terra e do mundo subterrâneo. “Senhora da magia” confere o conhecimento dos encantamentos, palavras de poder, poções, rituais e adivinhações àqueles que A cultuam, enquanto no aspecto de Antea, a “Guardiã dos sonhos e das visões”, tanto pode enviar visões proféticas, quanto alucinações e pesadelos se as brechas individuais permitirem.
Como Prytania, a “Rainha dos mortos”, Hécate é a condutora das almas e sua guardiã durante a passagem entre os mundos, mas Ela também rege os poderes de regeneração, sendo invocada no desencarne e nos nascimentos como Protyraia, para garantir proteção e segurança no parto, vida longa, saúde e boa sorte. Hécate Kourotrophos cuida das crianças durante a vida intra-uterina e no seu nascimento, assim como fazia sua antecessora egípcia, a parteira divina Heqet.
Possuidora de uma aura fosforescente que brilha na escuridão do mundo subterrâneo, Hécate Phosphoros é a guardiã do inconsciente e guia das almas na transição, enquanto as duas tochas de Hécate Propolos, apontadas para o céu e a terra, iluminam a busca da transformação espiritual e o renascimento, orientado por Soteira, a Salvadora. Como deusa lunar Hécate rege a face escura da Lua, Ártemis sendo associada com a lua nova e Selene com a lua cheia.
No ciclo das estações e das fases da vida feminina Hécate forma uma tríade divina juntamente com: Kore/Perséfone/Proserpina/Hebe - que presidem a primavera, fertilidade e juventude -, Deméter/Ceres/Hera – regentes da maturidade, gestação, parto e colheita - e o Seu aspecto Chtonia, deusa anciã, detentora de sabedoria, padroeira do inverno, da velhice e das profundezas da terra. Hécate Trivia e Trioditis, protetoras dos viajantes e guardiãs das encruzilhadas de três caminhos, recebiam dos Seus adeptos pedidos de proteção e oferendas chamadas “ceias de Hécate”.
Propylaia era reverenciada como guardiã das casas, portas, famílias e bens pelas mulheres, que oravam na frente do altar antes de sair de casa pedindo Sua benção. As imagens antigas colocadas nas encruzilhadas ou na porta das casas representavam Hécate Triformis ou Tricephalus como pilar ou estátua com três cabeças e seis braços que seguravam suas insígnias: tocha (ilumina o caminho), chave (abre os mistérios), corda (conduz as almas e reproduz o cordão umbilical do nascimento), foice (corta ilusões e medos).
Devido à Sua natureza multiforme e misteriosa e à ligação com os poderes femininos “escuros”, as interpretações patriarcais distorceram o simbolismo antigo desta deusa protetora das mulheres e enfatizaram Seus poderes destrutivos ligados à magia negra (com sacrifícios de animais pretos nas noites de lua negra) e aos ritos funerários. Na Idade Média, o cristianismo distorceu mais ainda seus atributos, transformando Hécate na “Rainha das bruxas”, responsável por atos de maldade, missas negras, desgraças, tempestades, mortes de animais, perda das colheitas e atos satânicos. Essas invenções tendenciosas levaram à perseguição, tortura e morte pela Inquisição de milhares de “protegidas de Hécate”, as curandeiras, parteiras e videntes, mulheres “suspeitas” de serem Suas seguidoras e animais a Ela associados (cachorros e gatos pretos, corujas).
No intuito de abolir qualquer resquício do Seu poder, Hécate foi caricaturizada pela tradição patriarcal como uma bruxa perigosa e hostil, à espreita nas encruzilhadas nas noites escuras, buscando e caçando almas perdidas e viajantes com sua matilha de cães pretos, levando-os para o escuro reino das sombras vampirizantes e castigando os homens com pesadelos e perda da virilidade. As imagens horrendas e chocantes são projeções dos medos inconscientes masculinos perante os poderes “escuros” da Deusa, padroeira da independência feminina, defensora contra as violências e opressões das mulheres e regente dos seus rituais de proteção, transformação e afirmação.
No atual renascimento das antigas tradições da Deusa compete aos círculos sagrados femininos resgatar as verdades milenares, descartando e desmascarando imagens e falsas lendas que apenas encobrem o medo patriarcal perante a força mágica e o poder ancestral feminino. Em função das nossas próprias memórias de repressão e dos medos impregnados no inconsciente coletivo, o contato com a Deusa Escura pode ser atemorizador por acessar a programação negativa que associa escuridão com mal, perigo, morte. Para resgatar as qualidades regeneradoras, fortalecedoras e curadoras de Hécate precisamos reconhecer que as imagens destorcidas não são reais, nem verdadeiras, que nos foram incutidas pela proibição de mergulhar no nosso inconsciente, descobrir e usar nosso verdadeiro poder.
A conexão com Hécate representa para nós um valioso meio para acessar a intuição e o conhecimento inato, desvendar e curar nossos processos psíquicos, aceitar a passagem inexorável do tempo e transmutar nossos medos perante o envelhecimento e a morte. Hécate nos ensina que o caminho que leva à visão sagrada e que inspira a renovação passa pela escuridão, o desapego e transmutação. Ela detém a chave que abre a porta dos mistérios e do lado oculto da psique; Sua tocha ilumina tanto as riquezas, quanto os terrores do inconsciente, que precisam ser reconhecidos e transmutados. Ela nos conduz pela escuridão e nos revela o caminho da renovação.
Porém, para receber Seus dons visionários, criativos ou proféticos precisamos mergulhar nas profundezas do nosso mundo interior, encarar o reflexo da Deusa Escura dentro de nós, honrando Seu poder e Lhe entregando a guarda do nosso inconsciente. Ao reconhecermos e integrarmos Sua presença em nós, Ela irá nos guiar nos processos psicológicos e espirituais e no eterno ciclo de morte e renovação. Porém, devemos sacrificar ou deixar morrer o velho, encarar e superar medos e limitações; somente assim poderemos flutuar sobre as escuras e revoltas águas dos nossos conflitos e lembranças dolorosas e emergir para o novo.

A Deusa Thea


"Mãe de Hélios, Grande Thea, deusa de tantos nomes, graças a Ti os homens atribuem ao ouro um poder acima dos outros metais. Senhora, impeça com a Tua força de luz os combates dos navios e das carruagens, que se enfrentam como rivais para receberem o cobiçado troféu da gloria dourada..." - Pindar, Ode à Thea, século 5 a.C.

O nome da deusa pré-helénica da luz, mãe dos luminares e da aurora ficou conhecido como simplesmente Thea, equivalente de Deusa.
Apesar da sua importância arcaica, nada ficou registrado sobre seu culto ou mito; assim como outras antigas deusas gregas, Ela foi substituída pelas divindades dos invasores indo-europeus permanecendo oculta nas brumas dos tempos.
Sabe-se apenas que Ela fazia parte da raça antiga dos Titãs, sendo filha de Urano, o deus celeste e Gaia, a Mãe Terra, irmã de Anfititre (ou Tetis), Dione, Fibe, Mnemosine, Rhea e Têmis. Reverenciada como Senhora da Luz – Aetra ou Thea-, regente do céu claro, do éter (aithre) e da luz dos olhos (thea), era também honrada como Eurifessa, “a toda resplandecente”, regente do brilho do ouro, da prata e das pedras preciosas.
Da sua união com Hyperion, o deus da luz, nasceram três filhos luminosos: Hélios, o Sol, Selene, a Lua e Eos, a aurora.
Reverenciada como Ichnaea, “Aquela que descobria” ou Theia, “Mãe da inspiração divina” (theiazô significava divinação ou profecia), Thea tinha um templo oracular em Tessália, assim como suas irmãs, também deusas oraculares, tinham os seus: Phoebe em Delphi, Mnemosine em Lebadeia, Dione em Dodona e Têmis desfrutando de todos estes altares.

Ártemis x Diana...


Artemis e Diana são a mesma Deusa? Diana era considerada pelos Romanos como Ártemis,mas eram a mesma? 

Esta é Ártemis:



E esta é Diana:




Ártemis é considerada uma Deusa Negra (de pele escura) para os templários nas cruzadas, por que a associavam a Magia, em seus atributos, pois ela é uma Deusa que trabalha com magia de uma forma geral.
Ela era invocada para Magias de Justiça e vingança. A metade do corpo é coberta de animais, como uma representação da fertilidade.
A semelhança de Ártemis e Diana ocorreu porque um rei etrusco chamado Servius colocou uma imagem de Ártemis de Éfeso (Cidade Antiga Grega) em Roma e assim Ártemis começou a ser cultuada como Diana. Seu culto começou por volta de 570 a.C.
Homero relatou Ártemis como "Senhora dos animais" o que causou mais semelhança com Diana a Deusa Romana.
Ai vc me pergunta: Como uma Deusa grega pode ser Negra (cor)
Essa é a pergunta que não quer calar...rs
Em nosso coven Caverna da Bruxa, nossa sacerdotisa Adriana Zampolli continua nas buscas... E qualquer novidade, acrescento aqui!
Bjos bruxescos





Um pouco mais sobre Ártemis...



Ártemis, a senhora da natureza selvagem



Amada Deusa arqueira,
Senhora da caça e dos animais selvagens,
que vigias no céu estrelado quando o Sol está adormecido,
cuja testa é adornada pelo crescente lunar,
que habitas nas florestas escuras com Teu séquito de ninfas,
a Ti Senhora e Mãe,
eu invoco para me fortalecer e proteger,
ao longo da minha vida como mulher ...
Hino para Ártemis de Virgilio (adaptado)


As imagens e mitos gregos mais recentes representam Ártemis como uma virgem assexuada, regente da lua crescente, perambulando pelas florestas com seu grupo de ninfas, evitando o contato com os homens e matando aqueles que espiavam sua intimidade. No entanto, esta é apenas uma das inúmeras identidades assumidas por esta misteriosa Deusa, uma síntese das energias multifacetadas da essência feminina.
A natureza de Ártemis é complexa e contraditória: ela é virgem, mas cuida e auxilia parturientes e crianças; é caçadora e ao mesmo tempo protetora dos animais, é guerreira e rainha das Amazonas, mas também é A Mãe dos Mil Seios, senhora da fertilidade. Simboliza a dualidade do bem e do mal, ora aparecendo como uma linda donzela, ora deusa vingativa, agindo como parteira amorosa ou feroz guerreira, protetora das crianças sem nunca ter sido mãe, cuidando da vida ou promovendo a morte.
A sua origem é remota, sendo a herdeira de Potnia Theron, a Senhora dos Animais da civilização neolítica, representada cercada de animais e alada, com desenhos de peixes e espirais na sua túnica, vistos como símbolos do fluxo de energia criativa. Originariamente, Ártemis era a Mãe da Floresta, invocada por caçadores e viajantes que eram por Ela protegidos, desde que eles não matassem fêmeas prenhas e filhotes, não caçassem por esporte ou distração, nem desperdiçassem recursos e riquezas naturais.
Ártemis foi reverenciada ao longo do tempo e do espaço, com diferentes atributos, nomes e rituais, mas permanecendo sempre Megale Ártemis, a Grande Deusa. Das montanhas de Anatólia, o habitat das tribos de Amazonas, seu culto espalhou-se para África, Sicilia, Europa, as ilhas gregas como Creta e Delos, até Trácia na Grécia, onde floresceu em Brauron com as iniciações e danças das meninas–ursas. Sua estátua como a Deusa dos Mil Seios, no templo de Éfeso (construído em 320 a.C.e destruído mil anos depois pelos godos), era uma das sete maravilhas do mundo antigo e simbolizava o instinto primal de gerar, viver e morrer, o poder verdadeiro da Grande Mãe, tanto a Nutridora quanto a Ceifadora da vida, chamada Proto Thronia, a primeira no trono.
No mito grego Ártemis aparece como filha de Zeus e Leto (que originariamente era uma deusa pré-grega chamada apenas “Nossa Senhora”), que tinha sido amaldiçoada pela Hera para não poder parir em nenhum lugar onde os raios solares incidissem. Leto foi ajudada pela sua irmã Asteria, que se transformou em uma ilha mágica, Ortigia, que flutuava sob a superfície do oceano e assim sendo, livre da maldição. Ártemis nasceu com facilidade, mas como seu irmão gêmeo custava a nascer e Leto sofria dores terríveis, Ártemis a ajudou trazer Apollo ao mundo. Foi assim que se originaram os nomes de Ártemis como Eileithya e Partenos, a Parteira amorosa e o título de “Aquela que trazia a luz”. A ilha mágica - renomeada Delos (“brilhante”) - foi consagrada a Ártemis e Apollo, sendo que lá nenhum ser humano podia nascer ou morrer.
Quando Ártemis completou três anos, foi apresentada ao seu pai e Zeus encantado com sua precocidade lhe ofereceu quaisquer presentes que ela quisesse. Ártemis pediu para jamais precisar casar (e assim permaneceu, sendo imune aos encantamentos de Afrodite e Eros), ter mais nomes do que seu irmão, mas ter arco e flechas como ele, poder usar sempre uma túnica curta para correr à vontade nos bosques, ter como companhia sessenta ninfas do oceano e trinta dos rios que cuidassem dos seus animais, reger a Lua e a luz (na sua qualidade de Phoebe, “a luminosa”), ter o domínio das montanhas e florestas e o direito de fazer sempre suas próprias escolhas.
Assim como Athena e Héstia, Ártemis era virgem, ou seja, tinha autonomia e independência, liberdade para agir seguindo seu instinto, jamais se submetendo ao domínio ou controle masculino. Ela prezava sua liberdade e defendia o Seu espaço, transformando os intrusos em animais, bem como protegia as crianças e animais recém nascidos com a ferocidade da ursa, que era o Seu animal totêmico (além do cão, veado, corça, lebre, javali, lobo, cavalo) e que a personificava como a Mãe Ursa.
Seus inúmeros títulos se referiam às Suas funções e domínios múltiplos, como regente das florestas, dos animais, caça, lagos, pântanos, rios, mares, campos, clareiras, madrugada, Lua, luz, partos, cura, proteção. Ela regia as fases da vida, as transições e dimensões das experiências femininas, (infância, adolescência, gravidez, amamentação, menopausa, solidão, morte), protegendo-as das ações ou interferências masculinas.
Eram três as grandes áreas regidas: a sobrevivência das espécies (fertilidade, reprodução e nascimentos), o controle do tempo, das águas e das marés e o ciclo de vida, destruição e morte (como caçadora ela mantinha o fluxo e o intercâmbio natural das energias), regendo também a lua negra e a noite, junto com Hécate. As matas, os bosques e campos pertenciam à Ártemis e às suas ninfas que moravam nas árvores, plantas, nascentes e rios, cuidando e protegendo tudo com amor e dedicação. A paixão e a virgindade são aspectos entrelaçados de forma estranha e profunda, assim como também é o habitat selvagem e longínquo, que resiste e reage à qualquer forma de violação.
De todas as deusas gregas, Ártemis é a mais próxima das mulheres, por isso é considerada sua Protetora por excelência, como comprovam as dezenas de títulos e atributos a Ela conferidos, distribuídos em várias áreas por eles regidos.
Aspectos da natureza: Agrea, da terra não cultivada, Aetole, dos ventos, Agrotera, da caça, Akrea, das colinas, Amarysia, que traz a chuva, Aphetura e Toxotis, as Arqueiras, Arkadia, das montanhas, Artio e Eleuthera, as Mães Ursas, Astrateia, das estrelas, Daphne, do louro, Diktina, da caça, Euploea, que traz bom tempo, Heleia, dos pântanos, Hemera, do anoitecer, Kypharissa, rainha dos ciprestes, Lakone, do lago, Lemnos, da terra, Kariathis, da nogueira, Kedrinos, do cedro, Lykaena, das lobas, Melissa, das abelhas, Skulakitis, protetora dos cães, Pythia, a serpente.
Protetoras dos partos: Amnius e Delphinia, guardiãs do ventre antes do nascimento, Argennis e Eileithya, auxiliam os partos difíceis, Eulochia, Eunumos, Genetaira e Orsilochia ajudam no parto, Genetyllis, protetora dos nascimentos, Kurotrophos e Paedotrophus, enfermeiras e “babás”, Hemeresia, que tranqüiliza, Locheia, a que cuida do sangue no parto, Mogostakia, ajuda diminuir as dores do parto, Oraia, protege os fetos, Paeonia, a curadora, Soodina, a salvadora nos partos difíceis.
Protetoras das mulheres: Alexeteira, a campeã nas competições, Alexiares, afasta as maldições, Alexibelemnos, protetora da vida, Angelos, mensageira, Aristoboulia e Boulephorus, conselheiras, Berekynthia, traz sabedoria, Brauronia e Philomeirax, protetoras das meninas, Britomartis, a doce donzela cretense, Despoena, a Senhora, Dynatera, a poderosa, Eleutho, a libertadora, Eulinos, a tecelã, Kalliste e Parthenia, lindas donzelas, Keladeina, que dá a boa voz, Kleito, das invocações, Kytheria, para esconder e proteger, Hegemone, da dança, Hiereia, a sacerdotisa, Iasoria , a curadora, Lathrios, dos segredos, Metapontina, guia e protege nas mudanças, Nikephoros, dá a vitória, Opis, do silêncio, Pamphylaia, providencia tudo, Pasikrateia, fortalece, Prothurea, fica na frente da porta, Progoneia, a ancestral, Polymastis, com muitos seios, Skiatis, das sombras, Thekla, a famosa, Themisto, do oráculo, Upis, a que vigia.
“Aquela que traz a luz”: Amphipyros, que leva a tocha, Delia, a Brilhante, Koryphasia, Donzela da luz, Leukione, a Branca Brilhante, Phoebe, a luminosa, Pyronia, guardiã do fogo, Selaphoros, que transmite a luz.
Nos seus cultos e festivais (como Mounichion, em abril em Athenas ou Nemoralia em agosto em Roma), celebrados nas noites de lua cheia eram acesas fogueiras e feitas procissões com tochas; as sacerdotisas apareciam em carruagens puxadas por cervos e traziam bolos cobertos com velas para as oferendas.Em Brauronia, onde tinha um templo dedicado a Ártemis, meninas pré-púberes vestidas com túnicas tingidas com açafrão e nomeadas de “ursinhas” eram iniciadas e preparadas para realizar danças ritualísticas imitando os movimentos das ursas. As sacerdotisas usavam máscaras de argila branca para representar a Lua e dançavam nas clareiras nas noites de lua cheia.
Muitas eram as lendas sobre as ninfas de Ártemis, as jovens que corriam junto com as corças e os cães nas florestas e se defendiam dos perseguidores com seus arcos e flechas como fazia a própria Deusa. Muitas delas ao invocarem a proteção de Ártemis – quando ameaçadas pela violência ou cobiça masculina – eram transformadas em árvores ou animais, como Daphne que se tornou em louro (planta sagrada e oracular), Aretusa em uma fonte ou Atalanta em leoa. Ártemis matava os seus perseguidores como aconteceu com Orion e Acteon; também matou a serpente Python e o gigante Tithyus, que atormentavam sua mãe, sendo a única deusa que auxilia e defende a mãe.
Para as mulheres que seguem o Caminho da Deusa, Ártemis personifica o espírito feminino independente, que lhes possibilita estabelecer e defender seus próprios objetivos e escolhas, agindo com confiança e determinação, sem precisar da aprovação masculina. Sentindo-se completas em si e por elas mesmas, o arquétipo de Ártemis reencontrado e reavivado pelas mulheres modernas, lhes confere a habilidade de se concentrar naquilo que é importante, sem se perturbar com a competição, as exigências ou necessidades alheias. O enfoque nos objetivos e a perseverança facilitam a superação dos desafios e obstáculos, direcionando a vontade para alcançar o alvo estabelecido.
As metas do movimento feminista podem ser resumidas pelas qualidades de Ártemis:empreendimento, independência, competência, compaixão (pelos oprimidos, crianças, mulheres, animais). A área dos interesses abrange uma gama variada como: defesa social, socorro às mulheres perseguidas, maltratadas ou abusadas, combate à pornografia e exploração infantil, punição dos estupros e incestos, o empenho para a divulgação e prática dos partos naturais com auxilio das parteiras, a conexão, o respeito e a gratidão permanente perante a natureza, as competições esportivas para jovens, atividades e preocupações ecológicas, solidariedade, parceria e irmandade entre as mulheres, o resgate dos valores e cultos lunares.
Os desafios representados pela exacerbação do arquétipo de Ártemis são: negação da vulnerabilidade própria, indiferença às necessidades alheias (frieza e crueldade com os homens e animais), hostilidade, raiva destrutiva, distanciamento emocional, falta de atenção, cuidados ou compaixão perante os outros, desvalorização das qualidades receptivas, nutridoras e protetoras femininas. A tarefa para retificar os excessos ou faltas deste arquétipo consta na identificação dos padrões positivos e negativos, reconhecendo e eliminando a auto-sabotagem, o alinhamento com os ciclos lunares e naturais, atividades físicas, interesse pela natureza, a definição do que precisa renovar, inovar, descartar, começar ou completar, a valorização da amizade com mulheres.
A sabedoria que Ártemis nos oferece nos dias de hoje é descobrir, defender e expressar a verdade e o poder pessoal, ter centramento e enfoque necessários para alcançar objetivos, complementar as polaridades internas e externas, ampliar os interesses saindo do micro e do individual para o macro e o global, unir razão e emoção, instinto e intuição, força e compaixão, rumo para a unificação e a total integração do ser.

Fonte: Meu grimório através dos estudos baseados em bruxaria eclética pela Caverna da Bruxa

sexta-feira, 18 de maio de 2012

Magia da cura pela terra



Ligação à terra com os pés descalços
E se houvesse uma técnica para ajudar a diminuir a sua inflamação muscular, prevenir danos dos radicais livres, curar seus ferimentos mais rápido, reduzir a rigidez muscular e tensão, ajudá-lo a dormir melhor e melhorar sua saúde e níveis de energia?
Bom demais para ser verdade?
Essa revolução de saúde nova e surpreendente, na verdade não é tão nova em tudo.
É simplesmente, andar descalço no contato com a terra!
Sim, “terra com os pés descalços”…
Um grupo de estudantes norte americanos, graduados em terapias alternativas, estudaram os extraordinários efeitos sobre o contato dos pés com a superfície da mãe terra.
Fizeram uma infinidade de pesquisas para substanciar essas afirmações.
Para uma melhor qualidade de vida, visando mais energia, uma cura mais rápida e um potencial genético saudável basta andar descalço diretamente na terra, onde seu corpo interage com os elétrons contidos na superfície desta, sendo um condutor elétrico livre.
A fonte continuamente renovada destes elétrons livres, é devido a atmosfera elétrica global das tempestades que causam raios e trovões
Estas tempestades criam uma corrente constante de milhares de amperes que é distribuído por toda a superfície do nosso planeta.
A carga positiva a partir de tempestades é transferido para a atmosfera superior, enquanto a carga negativa é conduzida ao longo da superfície da terra sob a forma de electrões livres.
Esse fluxo natural e invisível de elétrons, e o campo elétrico gerado por ele, existe na superfície de todos os objetos condutores, incluindo pessoas, plantas e animais – tudo o que está em contato físico direto com a terra.
Assim, a Terra Mãe possui um incontável número de elétrons livres que estão em um estado de fluxo diurno.
Quando os seres humanos estão com os pés na terra, ficam aterrados no contato físico e mantém seus corpos na mesma tensão de neutro elétrica da Terra.
Isso foi comprovado por eletro-fisiologistas e pesquisadores usando um voltímetro.
O problema é que, hoje, usamos sintético como solado de sapatos com várias camadas (sola, entressola, palmilha…) que cortam o fluxo de elétrons da terra para os nossos corpos e nós vivemos em um ambiente que nos isola da Terra, da carga do elétron sutil, como arranha-céus.
Como resultado desse isolamento, os nossos corpos não possuem a carga do elétron natural livre da terra e por isso não estão protegidos por campo elétrico da Terra e fonte natural de elétrons livres.
Assim, o problema é a falta de ligação à terra, o que leva a uma perda de estabilidade elétrica no corpo.
Eletro-fisiologistas acreditam que a energia da superfície da Terra neutraliza os radicais (carga positiva) livres por maciçamente doando (carga negativa) elétrons livres a elas.
Os seres humanos foram trocando elétrons livres com a superfície da Terra há milênios.
Ao longo de toda a história, caminhava-se descalço e dormia-se sobre a terra.
Agora não mais, pelo menos, na sociedade moderna.
Muitos de nós, no entanto, percebe como nos sentimos melhor quando andamos descalços na terra.
Você pode, por exemplo, se sentir mais relaxado e revigorado depois de passar um dia andando descalço na praia.

A ligação à terra e seu corpo:
Inflamação; sabemos que as inflamações e as dores musculares são causadas por radicais livres, e estes são neutralizados com elétrons de qualquer fonte
Sabemos que os radicais livres atuam como eletrófilos que atraem electrões livres ou móveis, e podem ser conseguidas por contato com a terra através de ligação à terra.
Pensa-se que este fluxo de electrões livres no corpo é o que reduz a inflamação, por bloqueio da produção de radicais livres, e, por conseguinte, ajuda o processo de lesão de reparação.
Aqui devemos fazer a pergunta: “Onde está a evidência de que o aterramento combate a inflamação e dor no corpo humano?”

Dor e inflamação
Uma série de estudos de casos médicos na Academia Internacional de Termografia Clínica, analisou o tratamento de terra em 20 pacientes com uma variedade de queixas inflamatórias.
Os pacientes foram submetidos a testes com resultados dramáticos.
Curiosamente, a maioria destes pacientes tinha tido fisioterapia padrão e outros tratamentos médicos, com resultados pobres.
Com continuou à terra ao longo de meses, os pacientes continuaram a obter alívio e, em alguns casos, os seus sintomas desapareceram completamente.
Analisaram 60 indivíduos do teste (22 homens, 38 mulheres) com problemas de sono e uma variedade de articular e dor muscular.
A experiência durou 30 dias e os resultados foram, de novo, extraordinários.
Dos voluntários aterrados, 85% dormiu mais rapidamente, 93% dormiu melhor durante a noite, 82% tiveram uma redução significativa da rigidez muscular, 74% tiveram redução ou eliminação de experiente lombar crônica e dor nas articulações, 100% relataram sentir mais descansado ao acordar e 78% sentiram que o seu estado geral de saúde tinha melhorado.

Faça caminhadas semanais descalço(a)!


Alana

Magia do Amor de Mãe



Mãe é a casa que vivemos. 
Ela é o chão, nossa base e segurança.
Mãe é o aconchego, é colo.
Sempre está ali, é só chamar!
Ela deveria ser eterna, pois
Crescemos e nos separamos, mas…
Depois que ela se vai, queremos retornar!
Mãe é aprendizado de vida…
Ela nos dá a direção à seguir.
Ela é a natureza, é o solo do oceano. 
Amor de mãe é paz. 
Amor de mãe não se adquire…
Se tem!

quinta-feira, 17 de maio de 2012

Ritual para se Lembrar dos Sonhos



 
Sempre que queremos lembrar de um sonho, temos que fazê-lo imediatamente após se levantar, ou então dificilmente nos lembraremos dos detalhes.
Esse é um ritual bem simples, logo que acordar, esfregue as mãos, dê uma batida de palmas e vire-as de frente para o rosto. Isto vai fazer com que se lembre de todos os detalhes. Concentre-se. Procure anotar tudo em uma caderneta.
Alguns sonhos podem não ter nenhum significado, pois são consequências de um dia cansativo ou de um problema casual, mas outros podem significar muitas coisas e nos passar algumas mensagens, e outros ainda, podem ser premonitórios, por isso, é bom anotar todos os detalhes e depois consultá-los após um tempo para conferir os resultados. Bons sonhos...



Fonte: Meu grimório, autoria desconhecida

Ritual a Semente de Nossos Desejos



fortuna
" Que o Fogo da Verdade queime no Silêncio. E a percepção proveniente da observação silenciosa da minha vida, sem envolvimento, me ilumine. É necessário ver as coisas como de fato são, e não como suponho que possam ser.
Para tanto devo apenas ver e ouvir. Sem interpretar, sem julgar. Observando silenciosamente e vendo a Verdade queimando viva diante dos meus olhos ardentes" Mãha Lilã



Ritual: A sorte é a semente de nossos desejos. É preciso saber planta-la. Escolha um desejo de preferência um daqueles que você persegue há tempos. Faça então um pequeno buraco em um jardim, formule seu desejo em palavras e, para cada palavra pronunciada, jogue uma semente de flor. Depois tampe o buraco e aguarde, você terá uma agradável surpresa.

quarta-feira, 16 de maio de 2012

O misterioso continente perdido de Lemúria




O arqueólogo James Churchward descobriu algumas escrituras misteriosas no Tibete falando de um continente misterioso perdido no Oceano Pacífico, Lemuria. Dedicou o tempo e sua carreira a investigar o Pacífico em busca de pistas que o levam à verdade sobre a existência do continente perdido. Entre suas descobertas, podemos constatar que muitas das maiores civilizações conhecidas como Egito, Babilônia, Grécia e até mesmo os maias na América, tiveram suas origens nas lendas fabulosas de Mu, Lemuria ou Mukulia.

Churchward, conseguiu descobrir o alfabeto da Lemúria, onde, por exemplo, a suástica apareceu. Lemuria viveu uma idade de ouro de grande evolução tecnológica e social na chamada regra de Mukulia, com um sistema como o Holocracia, regido por mais sábio, mas no geral a Atlântida e Lemúria foram expostas a guerras contínuas, que finalmente com suas civilizações, há 12 mil anos atrás.

O geólogo inglés Philip Sclater, assumiu a existência de um continente desconhecido, para explicar racionalmente que há lêmures, ou parentes próximos, tanto na Índia e África do Sul. Essa hipótese sustenta que a aurora da aparição do homem era um continente em que apareceram e expandiu os lêmures, e então esse continente desapareceu no fundo do Oceano Índico. Foi o fim da civilização de Lemúria.


William Niven, encontrou alguns anos depois, talas semelhante aos caracteres encontrados no México. Inscrições também encontradas nos monólitos de Tizec e Azcopotzalco. Tabelas de pedra, o que reforça as teorias de Churchward. Mais tarde, em Glozel encontrou personagens semelhantes na França, onde desenhos mostravam homens vestidos e dinossauros, vivendo na pré-história. Esta civilização já existia há mais de 150 mil anos, atingindo seu pico cerca de 70.000 anos atrás. Lemuria era muito avançada na ciência do Tantra Yoga, chakras, meditação e mantras.

Mohenjo Daro e Harappa foram colônias de Lemuria, descobertas por Sir John Marshall no Paquistão, enterradas sob a lama. Aparentavam cidades modernas com sistemas de hoje, de esgoto, por exemplo. Um acontecimento surpreendente foi que de repente ele e sua equipe foram encontrados mortos, presumivelmente por serem expostos a radiação atômica.

Frederick Soddy, um vencedor do Prêmio Nobel em 1921, escreveu em 1909 em seu livro Interpretação de rádio, que no passado tinha uma civilização que aprendeu a produzir urânio e rádio, e outras substâncias radioativas, como eles não crescem na terra como árvores, havia uma raça de seres que certamente tinha uma energia que ainda não alcançada por nós. Soddy foi a maior influência no livro de G.H. Wells - The World Set Free, onde a energia nuclear era esperada 40 anos antes de ser descoberta.

O continente, de acordo com as Tábuas da Lhasa, que foram descobertas por Churward, mostravam vestígios de uma grande civilização que um dia reinaria na Terra, com as cidades evoluídas, com magnificas pirâmides geométricas, aeronaves, teletransporte, guerras alienígenas, engenharia genética e da sabedoria esotérica inimaginável.

Assim como Atlântida, o povo de Lemúria tinham características muito especiais. Pessoas satisfeitas e felizes, com um clima esplêndido e imunes de doenças. Seus habitantes tinham cerca de QUATRO metros de altura. De acordo com a mística russa Madame Helena P. Blavatsky, fundadora da doutrina teosófica, essas pessoas de pele escura eram hermafroditas, tinha um rosto liso e mãos e pés enormes. Além disso, alguns tinham um terceiro olho na parte de trás da cabeça.


Esses indivíduos tinham desenvolvido uma grande habilidade psíquica e comunicação por telepatia,
os dois olhos frontais eram tão distantes que eles pudessem ver bem de lado.

Alguns defendem a teoria de que o continente perdido da Lemúria está prestes a nascer das profundezas. Defensores desta teoria também permanecem em alerta para uma possível recorrência da Atlântida, onde, segundo Blavatsky, os habitantes migraram da Lemúria. Não se sabe ao certo sobre o que pois fim a esta tão avançada civilização, algumas teorias vão de guerras contra os Atlantes, seres extraterrestres, e ate a desastres naturais. Mas quando esse continente for definitivamente encontrado, ai saberemos desvendar o porque de uma civilização tão avançada sucumbiu da noite para o dia.

Deusa Ísis, Deus Osíris, Hórus x a Historia de Jesus


Deusa Ísis


A deusa Ísis é uma das principais divindades da mitologia egípcia, embora seu culto transcenda as fronteiras do Egito e se estenda por todo o universo greco-romano, chegando inclusive às terras nas quais atualmente se localiza a Alemanha. Sua veneração parece remontar a pouco tempo após 2500 a.C., à V dinastia egípcia.
isisEla é a primogênita do deus da Terra, Geb, e da divindade que rege o Cosmos, Nut. Seu irmão Osíris se torna seu marido, com o qual ela concebe Hórus, deus do firmamento, inebriado de energia solar. O outro irmão, Seth, responsável pelos desertos, se transforma no principal inimigo do casal.
Seth invejava profundamente a sorte de Osíris, que tinha como missão governar a terra, mais especificamente o Egito, e assim teve a oportunidade de transmitir aos homens conhecimentos preciosos sobre agricultura e o trato com os animais. Segundo a mitologia egípcia, Osíris é traído por Seth, morto e esquartejado por esta divindade que é associada à essência do mal.
Ísis, desesperada, consegue reunir todos os membros do marido, com exceção do genital masculino, trocado por um órgão de ouro. Ela o ressuscita graças aos seus dotes mágicos e ao seu poder da cura. Logo depois eles concebem Hórus, que vai à revanche matando Seth.
Ísis é exatamente assim, zelosa com todos, sejam escravos ou nobres, pecadores ou santos, governantes ou governados, homens ou mulheres. Ela olha por todos com o mesmo empenho protetor, a mesma solicitude, exercitando assim sua natureza radicalmente maternal e fértil.
Por muito tempo esta deusa foi venerada como a representação maior da essência materna e da esposa perfeita, além de velar também pelo reino natural, portanto, por todas as dimensões da existência. Ela era vista igualmente como um símbolo do que há de mais singelo, dos que morrem e daqueles que nascem. Uma mitologia tardia atribui às cheias do Rio Nilo, que ocorriam uma vez por ano, as lágrimas derramadas por Ísis pela perda de seu amado.
Ano após ano a morte e a ressurreição de Osíris foram relembradas em diversos rituais; no Egito preserva-se uma festa denominada a Noite da Lágrima. Ela ocorre em junho, portanto é conhecida como Festival Junino de Lelat-al-Nuktah.
isis2Nesta tradição, mantida pelo povo árabe, revive-se o enlace de Geb e Nut, ou seja, da Terra e do Firmamento, e o surgimento de sua descendência, que inclui Ísis e Osíris, além de seus irmãos, que assim totalizam nove deuses, a famosa Enéada, que teve seu princípio com a Divindade criadora originária.
Juntos, Ísis e Osíris simbolizavam a realeza do Egito. Ela representava o trono no qual despontava o poder real do marido. O culto desta deusa foi de grande importância na Antiguidade, especialmente no Império Romano, no qual ela obteve muitos discípulos. Hoje a arqueologia comprova este fato, e é possível encontrar vestígios de templos e monumentos piramidais em todas as partes de Roma.
Na Grécia este ritual atingiu antigos espaços sagrados em Delos, Delfos e Elêusis, e se desenvolveu particularmente em Atenas. Seus discípulos se espalharam também pelos territórios gauleses, na Espanha, na Arábia Saudita, em Portugal, na Irlanda e na própria Grã-Bretanha.




Deus Osíris

Deus Sol.
Osíris está a associado ao Sol e à Lua. 
Sua vida terrena relacionava-se ao Sol e a sua 
vida após a morte, à Lua.
Durante sua vida terrena, Osíris tomou o poder
 e introduziu diversas reformas, o que gerou a 
inveja do seu irmão Seth. Tal qual no mito grego, Zeus (Osíris) em polaridade com Hades (Seth).
Seth era o deus do Deserto e do Calor. 
Era visto como acompanhante do Sol, seu irmão. Seth estava associado também à Estrela do Cão, considerada responsável pelo calor.
Por esta associação, Seth era representado com a cabeça de cão.
 Mas tinha um lado positivo, era ele quem anunciava a inundação do rio
 Nilo por meio da Estrela do Cão. A cheia do Nilo que acontecia todo o ano,
 tornava as terras do Egito férteis. Por isso, este sinal, era ansiosamente aguardado.
Mas Seth não estava satisfeito em ser a "sombra" do irmão. Ele queria o
 seu trono e para isso, contratou 72 homens para matar o irmão. Após o trabalho,
 Seth tomou finalmente o trono que sempre desejou. O que ele não esperava
 é que Ísis, com a ajuda da irmã Néftis e do deus Thot, conseguiriam ressuscitá-lo.
Osíris, o Deus Sol, demonstrou com isso que nenhuma vida acaba após a morte.
 Pois se até mesmo ele, um deus, que fora morto, ressuscitou, outros também teriam 
esse direito. A exemplo desse mito egípcio, outras religiões também procuraram
 ensinar a ressurreição.


Hórus
Na mitologia egípcia, Hórus (ou Heru-sa-AsetHer'urHrwHr ou Hor-Hekenu)
 é o deus dos céus, muito embora sua concepção tenha ocorrido após a morte
 de Osíris. Hórus era filho de Osíris.
Tinha cabeça de falcão e os olhos representavam o Sol e a Lua. Matou Seth, tanto por vingança pela morte do pai, Osíris, como pela disputa do comando do Egito.
Após derrotar Seth, tornou-se o rei dos vivos no Egito. Perdeu um olho lutando com Seth, que foi substituído por um amuleto de serpente, (que os faraós passaram a usar na frente das coroas), o olho de Hórus, (anteriormente chamado de Olho de Rá, que simbolizava o poder real e foi um dos amuletos mais usados no Egito em todas as épocas. Depois da recuperação, Hórus pôde organizar novos combates que o levaram à vitória decisiva sobre Seth.
O olho que Hórus feriu (o olho esquerdo) é o olho da Lua, o outro é o olho do Sol. Esta é uma explicação dos egípcios para as fases da lua, que seria o olho ferido de Hórus.
Alguns detalhes do personagem foram alterados ou mesclados com outros personagens ao longo das várias dinastias, seitas e religiões egípcias. Por exemplo, quando Heru (Hórus) se funde com Ra O Deus Sol, ele se torna Ra-Horakhty. O olho de Horus egípcio tornou-se um importante símbolo de poder chamado de Wedjat, que além de proporcionar poder afastava o mau-olhado, pois segundo os egípcios os olhos eram os espelhos da alma.

De acordo com uma lenda difundida no Antigo Egito, Hórus foi concebido por Isis, quando Osíris, que era seu pai, já estava morto. A lenda sugere que a fecundação ocorreu quando Isis, na forma de um pássaro, pousou sobre a múmia do esposo, que estava deitado em um sofá.
Uma estrela datada de 1400 a.C. (hoje guardada no Museu do Louvre), contem este hino sobre o tema:
Oh benevolente Ísis
que protegeu o seu irmão Osiris,
que procurou por ele incansavelmente,
que atravessou o país enlutada,
e nunca descansou antes de tê-lo encontrado.
Ela, que lhe proporcionou sombra com suas asas
e lhe deu ar com suas penas,
que se alegrou e levou o seu irmão para casa.
Ela, que reviveu o que, para o deseperançado, estava morto,
que recebeu a sua semente e concebeu um herdeiro,
e que o alimentou na solidão,
enquanto ninguém sabia quem era...



Deus Hórus

horus

Hórus (ou Heru-sa-Aset, Her'ur, Hrw, Hr ou 
Hor-Hekenu) é o deus dos céus.
Muito embora sua concepção tenha ocorrido 

após a morte de Osíris.
Tinha cabeça de falcão e os olhos representavam

 o sol e a lua.
Matou Seth, tanto por vingança pela morte do

 pai, Osíris, como pela disputa do comando do Egito.
Após derrotar Seth, tornou-se o rei dos vivos

 no Egito. Perdeu um olho lutando com Seth,
 que foi substituído por um amuleto de serpente,
 (que os faraós passaram a usar na frente das coroas),
 o olho de Hórus, (anteriormente chamado de Olho
 de Rá, que simbolizava o poder real e foi um dos
 amuletos mais usados no Egito em todas as épocas.
Depois da recuperação, Hórus pôde organizar novos combates que o levaram

 à vitória decisiva sobre Seth.
O olho que Hórus feriu (o olho esquerdo) é o olho da lua, o outro é o olho do sol.
Esta é uma explicação dos egípcios para as fases da lua, que seria o olho ferido de

 Hórus.
Alguns detalhes do personagem foram alterados ou mesclados com outros

 personagens ao longo das várias dinastias, seitas e religiões egípcias.
Por exemplo, quando Heru (Hórus) se funde com Ra, O Deus Sol, 

ele se torna Ra-Horakhty.
Olho de Hórus egípcio tornou-se um importante símbolo de poder.
horus-oog


horus2
Na mitologia do Egito Antigo, Hórus era o deus do céu.
Era representado com o corpo de um homem na cabeça de um falcão.
(animal sagrado entre os egípcios).
Hórus era filho de Isis (deusa do amor) e Osíris (deus da vegetação e da vida no além).
De acordo com a mitologia, Hórus matou Seth (deus da traição, da violência e da inveja) 

para conquistar o domínio sobre o Egito. Porém, na luta, Hórus perdeu 
um olho, substituindo-o por um amuleto de serpente.
Olho de Hórus ou 'Udyat' é um símbolo, proveniente do Egito Antigo,
que significa Proteção e Poder, relacionado à divindade Hórus.
Era um dos mais poderosos e mais usados amuletos no Egito em todas as épocas.
Segundo uma lenda, o olho esquerdo de Hórus simbolizava a Lua e o direito, o Sol.
Durante a luta, o deus Seth arrancou o olho esquerdo de Hórus, o qual foi substituído

 por este amuleto, que não lhe dava visão total, colocando então também uma serpente
 sobre sua cabeça.
Depois da sua recuperação, Hórus pôde organizar novos combates que o levaram à

 vitória decisiva sobre Seth.
Era a união do olho humano com a vista do falcão, animal associado ao deus Hórus.
Era usado, em vida, para afugentar o mau-olhado e, após a morte, contra o infortúnio

 do Além.
Ritual do Dia: Durante os meses de inverno, os Espíritos da Natureza
 normalmente repousam enquanto suas plantas e árvores repousam.
Entretanto, se convidar os que vivem em sua área para sua casa, eles
podem passar os meses de inverno com você, checando suas energias
quando necessário. Eles são amigos maravilhosos tanto para humanos quanto para 

animais. Gostam em particular de crianças pequenas.
Em seu lar vão atrair sua atenção para distúrbios energéticos.


O olho de Horus
Olho de Hórus ou 'Udyat' é um símbolo, proveniente do Egito Antigo, que significa proteção e poder, relacionado à divindade Hórus. Era um dos mais poderosos e mais usados amuletos no Egito em todas as épocas.
Segundo uma lenda, o olho esquerdo de Hórus simbolizava a Lua e o direito, o Sol. Durante a luta, o deus Set arrancou o olho esquerdo de Hórus, o qual foi substituído por este amuleto, que não lhe dava visão total, colocando então também uma serpente sobre sua cabeça. Depois da sua recuperação, Horus pôde organizar novos combates que o levaram à vitória decisiva sobre Set. Era a união do olho humano com a vista do falcão. Era usado, em vida, para afugentar o mau-olhado e, após a morte, contra o infortúnio do Além.
O Olho de Hórus e a serpente simbolizavam poder real, tanto que os faraós passaram a maquiar seus olhos como o Olho de Hórus e a usarem serpentes esculpidas na coroa. Os antigos acreditavam que este símbolo de indestrutibilidade poderia auxiliar no renascimento, em virtude de suas crenças sobre a alma.
O Olho Direito de Hórus representa a informação concreta, factual, controlada pelo hemisfério cerebral esquerdo. Ele lida com as palavras, letras, e os números, e com coisas que são descritíveis em termos de frases ou pensamentos completos. Ele aborda o universo de um modo masculino.
O Olho Esquerdo de Hórus representa a informação estética abstrata, controlada pelo hemisfério direito do cérebro. Lida com pensamentos e sentimentos e é responsável pela intuição. Ele aborda o universo de um modo feminino. Nós usamos o Olho Esquerdo, de orientação feminina, o lado direto do cérebro, para os sentimentos e a intuição.


Hórus VS Jesus


No mito egípcio, Horus e seu pai Osiris, são frequentemente intercambiáveis, da mesma forma que Jesus e seu Pai, "Eu e meu Pai somos um". De acordo com o pesquisador Walker, pode-se dizer de Osiris que:

Ambas as histórias de Hórus e Jesus são assustadoramente parecidas. Temos que levar em conta que a história de Hórus é mais antiga que a história de Jesus.

Portanto nem adianta dizer qual copiou de qual, não é?

Vejam bem as semelhanças:



O conto de Hórus foi escrito em cerca de 3000 a.C. 


O conto de Jesus foi escrito exatamente na era Cristã (entre 1 a.C. e 1 d.C.)


Hórus nasceu da Virgem Ísis. Jesus nasceu da Virgem Maria.



O nascimento de Hórus foi acompanhado por uma estrela a Leste, essa acompanhada por 3 reis. O nascimento de Jesus foi semelhante.



Hórus foi batizado por Anup. Jesus foi batizado por João Batista.



Ambos Anup e João Batista foram decapitados.


Hórus foi considerado uma criança-prodígio aos 12 anos. Jesus também.


Hórus começou seu ministério aos 30 anos. Jesus também.



Hórus teve 12 discípulos e viajou com eles praticando milagres Jesus também.



Hórus disse que é o príncipe da eternidade. Jesus disse que é a luz do mundo. 



Hórus disse que é o Caminho, a Verdade e a Vida. Jesus também.



Hórus andou sobre as águas. Jesus também.



Hórus ressucitou um home chamado El-Azar-Us. Jesus ressucitou Lázaro.



Hórus foi traído por Tifão. Jesus foi traído por Judas.



Hórus foi invejado e considerado "o rei dos egípcios". Jesus foi invejado e considerado "o rei dos judeus".



Hórus foi condenado a morte e crucificado. Jesus também.



Hórus foi enterrado. Jesus também.



Hórus ressucitou 3 dias depois. Jesus também.









Essas coincidências são muito evidentes, provando definitivamente que o mito de Jesus é uma copia tirada de uma entidade muito mais antiga!!!

Mas não pensem que foi apenas umas coincidências ou que a história de Hórus e falsa, uma vez que essas coincidências se repetem nos demais deuses de varias religiões.


Nos outros deuses, encontramos a mesma estrutura “mitológica”. Vejamos:




Mitra (persa – romano) 1200 a.C

Nasceu dia 25 de dezembro; 

nasceu de uma virgem;

foi batizado;

teve 12 discípulos;

praticou milagres;

morreu crucificado;

ressuscitou no 3º dia;

era chamado de “A Verdade”, “A Luz”

veio para lavar os pecados da humanidade.




Attis (Frígia – Roma) 1200 a.C.

Nasceu dia 25 de dezembro;

Nasceu de uma virgem;

Foi crucificado, morreu e foi enterrado;

Ressuscitou no 3º dia;



Krishna (hindu – índia) 900 a.C

Nasceu dia 25 de dezembro;

Nasceu de uma virgem;

uma estrela avisou a sua chegada;

Fez milagres;

Após morrer, ressuscitou.



Dionísio (Grego) 500 a.C

Nasceu de uma virgem;

Foi peregrino (viajante);

Transformou água em vinho;

Chamado de Rei dos reis, Alpha e ômega;

Após a morte, ressuscitou;

Era chamado de “Filho pródigo de Deus“.




Existem outros deuses com características muito semelhantes a estes:


• Adad de Asiría 

• Hércules da Grécia 

• Alcides de Tebas 

• Baal de Fenicia 

• Bali do Afeganistão

• Beddou do Japão 

• Crite de Caldea 

• Deva Tat da Tailandia 

• Indra do Tíbet 

• Jao de Nepal 

• Odin da Mitologia Nórdica

• Quetzalcoatl do México

• Salivahana de Bermudas 

• Tammuz da Siria 

• Thor da Mitologia Nórdica